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O glúten engorda?

 

Hoje em dia há muitos mitos sobre o glúten. Algumas pessoas falam do glúten como se fosse um grande vilão, que engorda e prejudica a digestão. Mas será que o glúten engorda mesmo?

O que é o glúten?

Primeiro, temos de perceber o que é o glúten. O glúten é uma proteína que se encontra em alguns cereais, como o trigo, o centeio, o malte e a cevada. É o glúten que dá elasticidade às massas de trigo, incluindo ao pão.

Algumas pessoas têm intolerância ao glúten e doença celíaca, pelo que não pode comer glúten nem alimentos que tenham estado em contacto com glúten (contaminação cruzada). Para pessoas sem intolerância, o glúten não tem qualquer perigo.

Então, o glúten engorda?

Então, porque é que surge a ideia que o glúten engorda? Na verdade, o glúten não engorda – mas pode criar algum inchaço. Em teoria, só as pessoas com intolerância ao glúten é que deveriam notar inchaço abdominal depois de consumir glúten. No entanto, na prática não é isto que acontece.

Como a maioria dos pães que consumimos são pães “rápidos”, fabricados com fermento instantâneo e pouco tempo de levedação, isso dificulta a digestão de produtos com gluten. Se experimentar pães de fermentação natural ou fermentação lenta, as proteínas do pão ficam mais “digeríveis”.

A nível nutricional, as massas com e sem glúten costumam ter a mesma quantidade de hidratos de carbono, pelo que têm o mesmo impacto no seu peso. Ter uma alimentação sem glúten não vai ajudar a emagrecer! 

O que fazer se tem inchaço abdominal?

Se já fez testes e não tem intolerância ao glúten, essa não é a causa do seu inchaço abdominal. O mais provável é que o inchaço se deva à ingestão de fibra sem consumir líquidos e/ou açúcares altamente processados (xarope de glicose-frutose, xarope de agave, xarope de milho, etc, que se encontram em muitos alimentos embalados).  

Caso o seu objectivo seja perder peso, não vale a pena cortar o glúten da sua alimentação. Procure um nutricionista em Lisboa ou um nutricionista no Porto para falar com um profissional e traçar um plano alimentar ajustado ao seu corpo, à sua realidade e aos seus objetivos.

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Como administrar o condomínio?

Anthony Esau

1. Convocar uma assembleia anual

A principal função do gestor de condomínio é convocar uma assembleia anual de condóminos. Nesta assembleia, todos os condóminos devem ser convocados, mesmo que só detenham garagens e arrumos. A assembleia deve eleger o presidente e aprovar o orçamento para todo o ano. Se nenhum vizinho quiser gerir o condomínio, podem contratar uma empresa de gestão de condomínios

2. Organizar um orçamento 

A segunda função do gestor de condomínio é elaborar um orçamento anual. O orçamento deve incluir todas as despesas anuais do condomínio, incluindo a manutenção dos elevadores, o seguro multirriscos, electricidade, limpeza, água, manutenção das bombas de água, despesas com segurança, entre outros.

3. Controlar os valores recebidos

O gestor de condomínio também tem de controlar os valores que recebe de cada condómino, de modo a perceber qual é o valor devido por cada fracção. Quando receber o dinheiro de cada condómino, deve emitir o recibo e enviá-lo. No final do ano, se houver rendimentos das partes comuns, deve emitir um recibo para os condóminos o englobem no seu IRS.

4. Contratar todos os serviços necessários

Por último, não esqueçamos que o gestor de condomínio precisa de contratar todos os serviços necessários para o dia a dia. Uma vez que isto implica lidar com vários fornecedores ao mesmo tempo e exige muita disponibilidade, contratar uma empresa de gestão de condomínios pode, mais uma vez, ser uma mais-valia enorme.

5. Penhorar bens de condóminos com valores em dívida

No caso de haver condóminos com quotas por liquidar, o condomínio pode entrar em tribunal para reaver o dinheiro devido. Em último caso, pode mesmo penhorar bens dos condóminos para conseguir o dinheiro. Isto é mais comum em condomínios comerciais, mas pode acontecer em qualquer um! 

Quanto tempo dura uma casa modular?

As casas modulares são cada vez uma opção mais popular. Para os jovens, parecem uma opção mais acessível. A construção é mais rápida. E a qualidade dos materiais garante que a certificação energética e o isolamento térmico são muito superiores às das casas portuguesas mais tradicionais. Mas ainda há muitas dúvidas sobre as casas modulares. Por exemplo, quanto tempo dura uma casa modular?

Quase sempre pensamos que uma casa “é para vida”. E, às vezes, também para as gerações vindouras. As casas de alvenaria “duram para sempre”, desde que sejam bem mantidas. Não é por acaso que em cidades como Lisboa, Paris ou Praga encontramos prédios com séculos que ainda são habitados. Contudo, ainda não temos muitos exemplos de casas modulares.

Embora as casas modulares sejam uma “invenção” mais recente e ainda não sejam comuns em Portugal, podemos tirar conclusões sobre as casas construídas noutros países. Na Noruega e na Suécia, por exemplo, as casas modulares são muito mais habituais, especialmente em madeira. Em Itália, devido ao preço das casas modulares, 80% das novas vivendas são pré-fabricadas.

A estimativa é que estas casas modulares construídas com bons materiais durem entre 50 a 70 anos.

Na realidade, esta é mesma estimativa que temos para as casas em alvenaria. Todas a casas precisam de manutenção e cuidados para se manterem em bom estado e confortáveis no seu interior. Há até algumas casas que podem durar até 100 anos, com materiais especialmente resistentes e os cuidados adequados ao longo do tempo.

Para que a casa se mantenha em bom estado e dure o máximo de tempo possível, inspeccione a sua casa regularmente para compor qualquer problema o mais cedo possível. Não “deixe andar” e não deixe que o problema continue a progredir! Também é recomendável limpar as caleiras anualmente e cortar as árvores encostadas à casa.

Como fazer a gestão dos recebidos de pagamento de rendas?

Muitos condomínios alugam espaços comuns para complementar o orçamento. Este é o caso, por exemplo, arrendar espaço para estacionar, a “casa da porteira”, espaços para arrumação, telhados para a colocação de antenas ou fachadas para espaços publicitários. Mas, se é gestor de condomínio, talvez não bem como fazer a gestão do dinheiro que recebe do pagamento de rendas. 

Em primeiro lugar, o condomínio está isento de IRC. Por isso, não tem de declarar nada do que recebe do arrendamento dos espaços comuns. No entanto, o valor recebido pelo arrendamento dos espaços deve aparecer na declaração anual do IRS (de acordo com a sua permilagem/ quota-parte). Sim, leu bem! O arrendamento dos espaços comuns entra no IRS dos condóminos.

Por outras palavras, o dinheiro recebido pelo arrendamento dos espaços comuns é considerado  um rendimento individual de cada condómino. Compete ao administrador do condomínio entregar anualmente a cada condómino um documento com a sua quota-parte, o eventual imposto retido e as despesas a deduzir (caso tenham feito despesas no espaço alugado).

Se ainda tem dúvidas sobre esta questão, leia toda a informação no Condomínio Deco e informe o seu gestor de condomínio das suas obrigações. Caso ache que o administrador não está a tomar as devidas providências ou a entregar-lhe os documentos de que precise, fale deste assunto na assembleia.

Gerir um condomínio exige conhecimentos sobre contabilidade, fiscalidade e a lei, já para não mencionar a capacidade de lidar com obras, contratar fornecedores e acalmar os ânimos entre vizinhos. No caso de ser um condomínio muito complexo, procure empresas de gestão de condomínios ou profissionais qualificados para fazer gestão de condomínios

Quem pode ser administrador do condomínio?

Foto de Ruben Hanssen en Unsplash

Quem vive em prédios sabe bem que a maioria dos condomínios dão chatices. Raramente há um voluntário para administrar o condomínio. E arranjar alguém que administre o condomínio de forma conscienciosa é ainda mais raro. Portanto, quais são as opções? Quem pode ser administrador do condomínio?

Quem é o administrador do condomínio?

O administrador do condomínio é eleito em Assembleia de Condóminos. Caso a assembleia não tenha nomeado nenhum administrador, e não haja um administrador nomeado pelo tribunal, o administrador é automaticamente a pessoa com maior permilagem no condomínio (isto é, a casa com maior área). 

No entanto, isto é muito invulgar. Caso não haja nenhum vizinho disponível para ser administrador de condomínio, a maioria dos condomínios opta por contratar uma empresas de gestão de condomínios. Embora não seja comum, o administrador também pode ser um inquilino que viva no prédio.

O administrador de condomínio tem de ser remunerado?

Por lei, a pessoa que desempenha as funções de administrador do condomínio tem de usufruir de uma remuneração, mesmo que não seja uma empresa. O valor da remuneração também deve ficar decidido em assembleia e deve entrar para o orçamento anual do condomínio. 

Como funcionam as empresas de gestão de condomínios?

Quando contrata uma empresa de gestão de condomínios, as funções de administração passam a ser executadas por essa empresa. O único cuidado que deve ter com a gestão de condomínios é contratar uma empresa idónea, já com referências de antigos clientes. Certifique-se que é uma empresa disponível para responder às suas chamadas e resolver qualquer problema com rapidez.

Entre as funções que o administrador (ou a empresa de gestão de condomínios) vai assumir estão:

  • convocar a assembleia anual de condóminos e quaisquer assembleias extraordinárias; 
  • gerir o orçamento do condomínio e guardar e manter todos os documentos fiscais do condomínio; 
  • emitir facturas e recibos relativas ao pagamento de quotas do condomínio;
  • assegurar que as normas do condomínio são cumpridas por todas as fracções;
  • efectuar um seguro multirriscos para as zonas comuns do prédio e para as fracções que não disponham de seguro; 
  • celebrar contratos de prestação de serviços, incluindo limpeza, jardinagem, manutenção de elevadores, fornecimento de luz e água, entre outros.

É necessário uma licença para um hotel de cães?

Se é daquelas pessoas que tem sempre dificuldade em encontrar um sítio onde deixar o seu cão durante as férias, talvez tenha pensado que abrir um hotel para cães é uma excelente ideia de negócio. Mas sabe como abrir um hotel para cães? É necessário uma licença para um hotel para cães?

Ora bem, abrir um hotel para cães é relativamente fácil. No que diz respeito à licença, não precisa de nenhum alvará especial, ao contrário do que acontece em serviços de restauração. Os hotéis para cães estão previstos com o CAE 96092 e pode usar o programa “licenciamento zero” (apenas tem de fazer uma comunicação prévia sobre o início da actividade câmara municipal correspondente e à Direcção Geral de Veterinária).

Contudo, as instalações têm de cumprir algumas normas. Segundo o Decreto-Lei n+276/2001, que foi actualizado em 2012, os hotéis para animais devem possuir instalações de enfermaria onde os animais podem ser tratados e separados dos restantes. Além disso, deve haver uma copa para manusear alimentos e outra zona para fazer a higienização dos animais (banhos, tosquias, aparar as unhas, desinfectar feridas, etc). 

O decreto-lei prevê ainda que os alojamentos para animais, incluindo os hotéis para cães, tenham um enriquecimento ambiental e aproxima o ambiente do seu habitat natural. Isto pode incluir zonas de entretenimento/ recreio, pistas de obstáculos, prateleiras, espreguiçadeiras, poleiros, esconderijos, ninhos, consoante as raças aceites e as suas idades. 

Portanto, se está a planear em abrir um hotel para cães, precisa de jaulas, casotas, gamelas, máquina de tosquiar, corta-unhas, shampoos para animais, banheiras para animais e outos equipamentos. Depois há ainda as despesas necessárias para qualquer empresa, como as taxas de abertura de empresa, contabilista certificado software de facturação,  internet, marketing, e por aí em diante.

Se quer mesmo abrir um hotel para cães, faça uma pesquisa de mercado sobre o preço de um hotel para cães para calcular o retorno que poderá vir a ter, mesmo sem precisar de pagar um alvará/ licença.

Como ser electricista certificado em Portugal?

Em Portugal, há electricistas e electricistas certificados. A diferença entre os dois é que os electricistas certificados estão registados como técnicos responsáveis de instalações eléctricas na Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG). Um electricista certificado está apto a garantir a segurança de uma nova instalação eléctrica e concretizar trabalhos que obriguem a mexer no quadro. 

Evidentemente, há electricistas e profissionais não certificados que têm conhecimentos para executar esses trabalhos. No entanto, sem a carteira profissional, não podem certificar a sua segurança. Por isso, se é electricista, ou se está a pensar em estudar para ser electricista, vale a pena tornar-se electricista certificado para ter mais oportunidades de trabalho. 

Para ser electricista certificado em Portugal, é recomendável ir à DGEG da sua zona para fazer a inscrição. Há uma série de requisitos para obter a carteira profissional de electricista, sendo a mais importante uma formação secundária ou de nível III ou superior em instalações eléctricas. Também terá de preencher um questionário e pagar uma taxa de inscrição.

Caso não obtenha a informação de que precisa, também pode procurar no Sindicato das Indústrias Eléctricas do Sul e Ilhas (SIESI), que dá formação profissional e emite cartas profissionais de electricista. No entanto, tenha em consideração que as cartas profissionais não substituem a sua inscrição como “técnico responsável” na DGEG.

Atenção porque, mesmo que tenha experiência comprovada como electricista, isso não é o suficiente para que a DGEG o reconheça como técnico responsável. É mesmo indispensável ter formação para se inscrever na DGEG e poder exercer como técnico responsável por instalações eléctricas de serviço particular, ou “electricista certificado”.

Se está à procura de um eletricista certificado para sua casa, procure na Fixando. Ou, se é eletricista no Porto e está à procura de trabalho, registe-se como profissional para encontrar clientes à procura de um electricista certificado!

9 normas que precisa de conhecer sobre a gestão de condomínios

1. É obrigatório fazer uma reunião anual

Todos os condomínios têm de fazer uma reunião anual durante o primeiro trimestre de cada ano. A lei dos condomínios mudou recentemente, por isso informe-se bem sobre todas as obrigações.

2. Tem de passar recibos dos valores pagos

O condomínio tem de passar recibos aos condóminos dos valores pagos. O gestor de condomínio tem de enviar notas de cobrança mensais ou trimestrais (consoante o acordado) e enviar os recibos, de acordo com o código civil.

3. A gestão de condomínios é remunerada

Mesmo que se dê muito bem com os seus vizinhos e tenha tempo livre, a gestão de condomínio é um trabalho remunerado. Por isso, devem decidir (em assembleia de condóminos) qual é a remuneração do gestor ou gestora de condomínio. 

4. Não precisa de contratar uma empresa

Apesar da gestão do condomínio ser um trabalho remunerado, não é obrigatório contratar empresas de gestão de condomínio. O gestor pode ser um dos vizinhos, desde que tenha conhecimentos básicos de contabilidade. 

5. O condomínio precisa de um NIF

Caso esteja a gerir um condomínio novo, não se esqueça que precisa de se registar no Registo Nacional de Pessoas Colectivos e obter um número de identificação colectivo (NIF). Vai precisar dele para abrir a conta do condomínio, os recibos, etc.

6. Qualquer condómino pode ver as contas

Outra regra para gerir os condomínios é que qualquer condómino pode pedir para ter acesso às contas, em qualquer momento. Por isso, mantenha os documentos organizados. 

7. O condomínio não pode proibir animais

Ao contrário do que algumas pessoas acreditam, o condomínio não pode proibir os condóminos de ter animais de estimação nas suas fracções. A única coisa que pode fazer é impor regras nos espaços comuns.

8. As dívidas ao condomínio prescrevem 

Se um condómino ficar a dever dinheiro ao condomínio, o condomínio tem no máximo cinco anos para chegar a um acordo e reaver o dinheiro. Após esse período, as dívidas ao condomínio prescrevem. 

9. O condomínio decide sobre a fachada

O condomínio tem autoridade, isso sim, sobre a fachada. Por isso, o condomínio pode impedir a construção de uma marquise, mudar a cor das janelas, colocar redes para os gatos, estendais e qualquer outra alteração exterior.

Quais são os melhores métodos para estudar?

Ter bons resultados escolares exige estudo e esforço. Se não sabe como estudar (ou se quer ajudar o seu filho a ter melhores notas), ajude-o a desenvolver um método de estudo. Aqui explicamos os 4 melhores métodos para estudar e melhorar as notas na escola:

Escrever a matéria

Cada pessoa tem estilos de aprendizagens diferentes. No entanto, escrever a matéria é um método eficaz para a maioria das pessoas. Escrever não só ajuda a memorizar, como ajuda a perceber que partes da matéria ainda não domina. E depois gera memória muscular, porque a maioria dos testes e exames são escritos.

Resolver exercícios

Outro dos melhores métodos para estudar é resolver exercícios. Este tipo de estudo é o mais indicado para disciplinas como Matemática, Físico-Química, Biologia e Economia. Muitos manuais têm livros de exercícios, mas também há diversos livros de exercícios à venda nas papelarias para ter algum treino extra.

Anotar as dúvidas

Depois de escrever e de resolver os exercícios, é uma boa prática anotar todas as suas dúvidas. Se possível, tente esclarecer as dúvidas com um professor ou com um explicador. Pode encontrar centros de explicações e explicadores online, que lhe vão dar um apoio mais personalizado.

Ver os exames de anos anteriores

Outro dos melhores métodos para estudar é ver os exames, os testes intermédios e os exames modelo de anos anteriores. Embora o objectivo seja compreender os temas e não apenas estudar para os exames, é inegável que os exames têm um peso muito grande no nosso futuro. Por isso, treine exercícios “tipo exame”.

Além destes métodos, lembre-se que é importante manter um rotina. É recomendável ter um horário para estudar, fazer intervalos, prepara refeições saudáveis, beber água e fazer exercício físico. Ninguém é um robot!

Qual o melhor procedimento para eliminar pragas?

  1. Identifique a praga

O primeiro passo para eliminar uma praga é identificar qual é a praga que está a afectar a sua casa. Se conseguir analisar o insecto – o formato do corpo, a cor, o número de patas – pode usar um “decifrador” para perceber quem é o culpado mais provável. 

  1. Experimente colocar armadilhas

Se não quer partir logo para um método mais agressivo, experimente colocar armadilhas pela casa. Numa infestação pequena de insectos que são atraídos pela comida (por exemplo, baratas ou os ratos), as armadilhas podem ser extremamente eficazes. Já se o seu problema são as pulgas ou os percevejos, salte imediatamente para o próximo passo.

  1. Spray biodegradável / insecticida biológico

Também num estilo mais natural, pode experimentar utilizar um spray ou insecticida biológico para eliminar as pragas. Este tipo de sprays, que até se vendem no supermercado, podem ser eficazes contra pragas comuns (por exemplo, formigas) e são seguros para os outros animais da casa. Se tem cães ou gatos, não deixe de tentar!

  1. Contacte um profissional em desinfestação

O terceiro passo para eliminar as pragas de sua casa é contratar uma empresas de desinfestação. Provavelmente, estas empresas vão enviar um especialista a sua casa para perceber qual é a praga, quais são as zonas que inspiram mais cuidados e quais as potenciais soluções para o problema.

  1. Deitar fora os ninhos das pragas

Às vezes, há coisas que não dá para salvar! Siga as recomendações do especialista em controlo de pragas porque pode precisar de deitar fora colchões, camas de animais, almofadas, tapetes e outros objectos onde ainda possa haver ovos de animais ou ninfas! Também é provável que o especialista recomende outros métodos para quebrar o ciclo de vida das pragas e eliminar o problema de uma vez por todas!