Quanto tempo demora a construir uma casa modular?

A crise da habitação obriga-nos a ser criativos. Talvez por isso, há cada vez mais portugueses que optam por construir casas modulares, casas pré-fabricadas ou até casas móveis. A rapidez de construção e os custos controlados são duas das vantagens que mais apontam às casas modulares. Mas afinal, quanto tempo demora a construir uma casa modular? Vale mesmo a pena construir uma casa modular?

Quais são as vantagens das casas modulares?

Antes de mais, quero relembrar algumas das vantagens das casas modulares. As casas modulares consistem em módulos pré-fabricados, que só precisam de ser instalados no terreno que pretende. Como estes módulos já estão prontos, poupa muito tempo a construir tudo aquilo que é a estrutura de alvenaria (paredes, telhados, etc). Por isso, em relação às casas tradicionais, as casas modulares demoram menos a construir.

Este tipo de construção também tem outras vantagens. Por um lado, os custos de construção são mais baixos. Por outro, são controlados, uma vez que o trabalho é completamente previsível. Nem o orçamento para os acabamentos não se deve desviar do previsto, uma vez que as dimensões e as bases são bem conhecidas. Assim sendo, as casas modulares continuam a ser mais baratas do que as casas tradicionais. 

Por último, não podemos deixar de destacar que são mais ecológicas, dado que há um aproveitamento de todos os materiais durante o processo de construção. 

Quanto tempo demora a construir uma casa modular?

Como já dissemos, as casas modulares utilizam módulos pré-fabricados. No entanto, isto não significa que a casa venha pronta “chave na mão”. Em primeiro lugar, tal como acontece numa casa tradicional, tem de preparar o terreno e as ligações a todos os serviços básicos, como electricidade, água e gás. As casas modulares seguem as mesmas regras das casas tradicionais, incluindo as licenças necessárias para construção.

Depois, o terreno está pronto para instalar a estrutura pré-fabricada. Agora, faltam os acabamentos no interior. Neste aspecto, as casas modulares demoram tanto tempo a construir como uma casa tradicional de alvenaria. Tem de escolher os acabamentos que pretende para o chão, para as casas de banho e para a cozinha, por exemplo. A fase de acabamentos é aquela em que a construção de uma casa modular derrapa mais. 

Dito isto, a maioria das casas pré-fabricadas ficam prontas entre 3 a 6 meses, dependendo dos acabamentos de interior que pretender. Em comparação, uma casa tradicional em alvenaria costuma demorar um ano ou mais. Mas atenção, porque estes prazos assumem que tem uma equipa no terreno a fazer todos os acabamentos e dedicada à construção da casa.

Vale a pena comprar uma casa modular chave na mão?

Sim. As casas modulares demoram menos tempo a construir, são mais económicas e podem ser uma solução para construir mais habitação rapidamente. No entanto, se tem um terreno onde construir a casa modular, recomendo procurar uma empresa que ofereça um serviço chave na mão. Isto é, é a própria empresa que vende a casa que se respondabiliza pela montagem dos módulos e pelos acabamentos.

Desta forma, consegue garantir tanto o cumprimento do prazo para construir, como assegura um preço fechado, sem imprevistos. Esta solução ajuda a gerir muito melhor a logística famíliar, para planear a mudança de casa, bem como economia familiar, especialmente se tem de pedir um empréstimo para construção. Sim, porque já há bancos que fazem empréstimos para construir uma casa modular ou pré-fabricada.

Finalmente, para satisfazer a vossa curiosidade, deixo aqui o link onde podem descobrir quanto custa construir uma casa modular. Este link remete-vos para a Fixando, uma plataforma onde encontram várias empresas que fazem construção de casas modulares. Com um só pedido podem receber até 5 contactos, e depois só têm de ver o catálogo e os orçamentos de cada uma das empresas. 

Sistemas de irrigação automáticos para jardins verticais

Os jardins verticais têm imensas vantagens. Como permitem ter espaços verdes em apartamentos pequenos e edifícios de escritórios que não têm zonas ao ar livre, ajudam a combater as ilhas de calor dentro das grandes cidades, melhoram a qualidade do ar e está demonstrado que têm benefícios para a nossa saúde mental. No entanto, os jardins verticais também têm uma enorme desvantagem: a manutenção e a rega.

Ao contrário do que acontece com um jardim convencional, não podemos pegar na mangueira para regar o jardim vertical. Pelo contrário, a maioria das pessoas usa um regador para ir alimentando cada nível do jardim vertical. Então, como podemos resolver este problema? Evidentemente, já alguém pensou na solução. Conheça os sistemas de irrigação automáticos para jardins verticais. 

Vantagens dos sistemas de irrigação automáticos para jardins verticais

Os sistemas de irrigação automáticos são sempre mais dispendiosos do que a rega, digamos assim, “tradicional”. Isto é verdade tanto para os jardins convencionais como para os jardins verticais. No entanto, como nos jardins verticais temos de desafiar a gravidade e bombear a água para cima, há um custo e uma nuance extra. Mas, antes de irmos aos custos, quero destacar as vantagens.

  • Os sistemas de irrigação automáticos regam a uma hora programada, de modo a evitar esquecimentos e a manter o jardim sempre verdejante;
  • A rega automática proporciona uma distribuição uniforme da água, algo que é especialmente desafiante no caso dos jardins verticais e em zonas de difícil acesso.

Tipos  de sistemas de irrigação automáticos para jardins verticais

Agora, vamos aos diferentes tipos de sistemas de irrigação automáticos para jardins verticais. Há vários tipos de rega para jardins verticais e nenhum é necessariamente melhor do que o outro. A escolha certa depende da altura e da dimensão do seu jardim, assim como do tipo de plantas que semeou. Estes são os três principais tipos de sistemas de irrigação automáticos para jardins verticais.

  • Micro-aspersão: os sistemas de irrigação com micro-aspersão usam aspersores relativamente pequenos para distribuir a água de forma suave e uniforme. No entanto, se for apenas uma parede, os aspersores vão salpicar água para toda a área circundante. Por isso, é mais indicado para jardins verticais maiores, como os que vemos em hotéis, centros comerciais ou terraços com bastante área.
  • Gota a gota: tal como nos jardins tradicionais, também podemos instalar um sistema de rega gota a gota nos jardins verticais. Este sistema gasta menos água, já que rega directamente as raízes das plantas, uma gota de cada vez, ao longo do dia. A instalação num jardim vertical é mais desafiante, mas já há alguns kits para rega gota a gota a um preço mais acessível. 
  • Subirrigação: neste caso, a água é fornecida por baixo e hidrata apenas as raízes das plantas. É o melhor sistema para jardins verticais que consistem apenas em plantas trepadeiras, como heras, buganvílias, glicínias ou plantas de maracujá e phiisális, uma vez que nestes casos basta hidratar a raiz da planta para crescer saudável e ocupar toda a parede ou a pérgula. 

Como a rega é sempre um desafio, recomendo sempre escolher plantas resistentes para os jardins verticais, como samambaias, suculentas ou a planta chinesa do dinheiro. Podem rever aqui as minhas 5 melhores dicas para plantar um jardim vertical. Porém, com um sistema de irrigação automática, é mais fácil manter o jardim vertical em bom estado sem gastar água em demasiada e encharcar o espaço. 

No caso de precisarem de ajuda a escolher plantas adequadas ao nosso clima e à exposição solar da vossa casa, recomendo falar com um jardineiro. Ninguém melhor do que um profissional para vos dizer que tipo de cuidados cada planta exige, desde a quantidade de água à luminosidade. E como eu não posso chegar a todo o lado, recomendo usar a Fixando para procurarem jardineiros. 

Deixo aqui o link directo para encontrar jardineiros em Castelo Branco e jardineiros em Braga, mas há profissionais em todo o país. 

Melhores temperaturas para poupar no ar condicionado

A climatização (aquecer e arrefecer a casa) representa um dos principais gastos com electricidade. Um ar condicionado facilmente gasta 45€ por mês só para estar ligado 5 horas por dia. E não sou é que digo. É mesmo o fabricante, porque a Bosch fez as contas. Por isso, se está em teletrabalho ou de férias em casa, é importante ter em atenção o consumo do ar condicionado. 

Mas, quando o calor aperta e o térmometro teima em não baixar dos 30ºC, não temos grandes alternativas. No Verão, o ar condicionado é uma das poucas formas de manter uma temperatura agradável no interior. Mas sabia que pode pode poupar electricidade se configurar o ar condicionado para as temperaturas certas, tanto no Verão como no Inverno? Vejamos então as melhores temperaturas para poupar no ar condicionado.

Qual é a melhor temperatura para colocar o ar condicionado?

A diferença de temperatura entre o interior e o exterior da casa não deve ser superior a 12ºC. Alguns modelos mais avançados aguentam uma diferença de 20ºC entre o interior e o exterior, mas apenas durante algum tempo. Portanto, se estiverem 35ºC lá fora, não deve colocar o ar condicionado para menos de 23ºC. Aliás, o ideal é manter a casa sempre entre os 23ºC-26ºC (entre 35ºC a 38ºC no exterior). Esta temperatura não só é agradável para nós, como evita que o ar condicionado entre em esforço.

No tempo de inverno, o ideal é manter uma temperatura de 20ºC-22ºC no interior. No entanto, isto significa que têm de estar 8ºC a 10ºC lá fora, o que nem sempre acontece. Isto significa que, para grande parte do território nacional, o ar condicionado não é uma opção eficiente para o Inverno. Contudo, se vive na zona centro, Sul, Madeira ou Açores, estas seriam as melhores temperaturas para economizar. 

Contudo, a EDP vai mais longe. Segundo a EDP Comercial, baixar a temperatura de funcionamento em 2ºC no Inverno (de 20ºC para 18ºC) pode representar uma poupança de 50€ por ano. Porém, na minha opinião, uma temperaura interior de 18ºC é muito baixa. Não nos podemos esquecer que todas as casas, mesmo as que têm bom isolamento, perdem 3ºC a 2ºC durante a noite, o que significa que estaria a acordar com 15ºC dentro de casa.

Programe o ar condicionado

Os ar condicionados mais inteligentes já têm funções “eco” para ajustar o fluxo de ar conforme a temperaura. Desta forma, pode ar condicionado consome menos energia mas mantém sempre a temperatura que define (dentro dos intervalos que sugeri acima). Os ar condicionados mais antigos também já tinham temporizadores (timers) para ligar e desligar o aparelho a horas específicas. 

Finalmente, outra função interessante é o “sleep”, que ajusta a temperatura ao longo do noite. Algumas pessoas não conseguem dormir com as temperaturas mais quentes e deixam o ar condicionado ligado toda a noite, o que é um desperdício de energia. A função sleep deixa a temperatura bastante fria (mais propício a adormecer) e deixa que a temperatura suba gradualmente ao longo da noite. 

Portanto, se calhar compensa investir um bocadinho mais num ar condicionado mais moderno e inteligente. 

Faça a manutenção do ar condicionado

E já que estamos a falar de poupar no ar condicionado, não se esqueça de fazer manutenção regular. Nas alturas em que mais usa o ar condicionado, convém fazer a limpeza dos filtros pelo menos a cada 2 meses. Segundo a EDP, os filtros sujos diminuem a eficiência do ar condicionado até 15%, o que faz com que gaste mais energia para manter a sua casa no intervalo ideal de temperatura.

Além disso, se não trocar os filtros também se arrisca a que as bactérias, os vírus e as poeiras andem a recircular pelo ar da casa. Portanto, é recomendável fazer a manutenção do ar condicionado pelo menos uma vez por ano com uma empresa especializada e, depois, ir trocando o filtro. Se precisarem, deixo aqui o link de empresas de instalação de ar condicionado em Braga e instalação de ar condicionado no Porto

No entanto, podem usar a Fixando para encontrar empresas de instalação e manutenção de ar condicionado por todo o país, incluindo no Alentejo e no Algarve, que são as regiões que mais sofrem com o calor no Verão. 

Tendências de catering: sabores e experiências

Já se apercebeu que o catering também tem tendências? Por exemplo, há uns anos estavam na moda os ‘naked cake’ nos casamentos. Antes, a moda eram as mesas de frios cheias de acepipes, como croquetes, rissóis, mini-quiches, empadinhas, queijos e ovos verdes. Por isso, se está a organizar um evento, ponha-se a par das tendências de catering, tanto a nível de sabores como de experiências. Vamos lá? 

Cozinha de fusão

A cozinha de fusão é uma das grandes tendências de catering a nível de sabor. Falo de uma canja com miso japonês, de sushi com fruta, de pastéis de nata com maracujá. Todas são combinações inesperadas, mas podem resultar numa explosão de sabor e de uma experiência inesquecível. Esta tendência de catering é válida para todo o tipo de eventos, desde casamentos a eventos corporativos. 

Ingredientes de época

Outra das grandes tendências de catering é utilizar ingredientes locais e da época. Tanto os restaurantes de bairro como os chefes mais consagrados sabem que esta é a melhor forma de comprar ingredientes ao melhor preço possível e conseguir mais sabor. Afinal, quem é que quer comer mirtilos de estufa fora de época? Ninguém disputa que a comida sazonal sabe melhor, por isso é sempre um factor para escolher um catering

Opções vegetarianas

Há cada vez mais vegetarianos, vegans e pessoas que fazem uma alimentação principalmente “plant-based”. Por isso, uma das maiores tendências de catering é incluir  opções vegetarianas. Além disso, também é uma forma de oferecer opções a quem é intolerante à lactose e ao ovo. Mas atenção: não vale ter só salada de frutas. A culinária vegetariana é cada vez mais sofisticada e os pratos têm de fazer sentido. 

Cozinha ‘zero waste’

Outra das tendências de catering, quer para casamentos quer para eventos, é o zero desperdício. Imagine, por exemplo, que serve uma sopa de abóbora e que usa as sementes para decorar o prato principal. Ou que faz uma sopa fria de beterraba e usa as folhas para salada. Desta forma, não se desperdiça nenhuma parte dos ingredientes. Não só evitamos o desperdício alimentar, como aproveitamos melhor os ingredientes sazonais.

Chef ao domicílio 

Outra das grandes tendências de catering, sobretudo no catering de festas em casa, é contratar um chef ao domicílio. Pode ser um pizzaiolo, um sushiman ou simplesmente alguém que prepara um menu gourmet para um grupo selecto de convidados. Aqui, a ideia é oferecer uma experiência diferente, personalizada, talvez até interactiva, distinta de qualquer outro evento do género. 

Toques personalizados 

Na mesma linha de pensamento, outra das tendências de catering para casamentos e eventos corporativos é ter um toque personalizado, como um cocktail ou mocktail específico para o evento. Por exemplo, quem trabalha na organização de eventos para empresas pede cada vez sobremesas decoradas com a cor do logo (ou até mesmo um bolo com o logo) ou seguir um ‘tema’ específico para o menu, alinhado com os seus valores (Portugalidade, inovação, ligação à comunidade, etc). 

Bebidas artesanais

E por falar nas bebidas, outra das grandes tendências de catering são as bebidas artesanais. Se estamos a falar de brunch, a nova bebida da nova é a kombucha, uma bebida fermentada cheia de probióticos. Para um evento corporativo, estão na moda as cervejas artesanais e as sidras de pequenos produtos. Se quiser levar a tendência mesmo a sério, até pode procurar sumos e coca-cola produzidas por marcas europeias. 

Resumindo: tal como a moda ou a decoração, o catering também tem tendências. Se vai organizar um evento em breve, seja um coffee break num evento empresarial, um baptizado ou um casamento, tenha em consideração todos estes pontos. Por um lado, uma das grandes tendências é usar ingredientes locais e sazonais; por outro, queremos combiná-las de forma inesperada.

Outra das grandes tendências, e com grande consciência ambiental, é oferecer opções vegetarianas, evitar o desperdício alimentar e procurar pequenos produtores locais. Não apenas para os ingredientes, mas também para bebidas artesanais e outros toques personalizados. Surpreenda os seus convidados com sabores intensos e uma experiência diferente.

Ideias de remodelação para valorizar a sua casa

Está a pensar vender e quer valorizar a sua casa? Há várias remodelações para valorizar a sua casa, atrair mais potenciais compradores e vender por um preço mais alto. Aqui ficam algumas ideias de remodelação para valoriza a sua casa:

Remodelar a cozinha

A cozinha é uma das divisões mais valorizadas por quem está à procura de casa. Por um lado, é um dos espaços onde as famílias passam mais tempo. Por outro, é uma divisão dispendiosa para renovar, que pode causar muitas dores de cabeça. Por isso, os futuros proprietários vão valorizar uma cozinha em que o espaço está optimizado, com electrodomésticos eficientes e espaço para comer.  Se precisa de ajuda para planear a sua nova cozinha, pode falar com um arquitecto ou usar os serviços de planificação gratuitos que lojas como a IKEA ou o Leroy Merlin oferecem. 

Remodelar a casa de Banho  e substituir a canalização

Se vai vender uma casa antiga, uma das ideias de remodelação para valorizar a sua casa é substituir a canalização. Os canos antigos, ainda em metal, dão um sabor característico à água, que fica com uma cor avermelhada. Portanto, substituir a canalização antiga é um das coisas que os compradores mais vão apreciar. Além disso, como trocar a canalização implica ficar sem água durante alguns dias, é uma obra muito difícil de fazer depois da mudança. Assim sendo, sem dúvidas que remodelar a casa de banho e substituir a canalização é uma ideia a ter em conta.

Janelas e caixilharias novas 

A eficiência energética é uma das coisas que mais valoriza um imóvel. Portanto, antes de pedir o certificado energético, invista na valorização energética da sua casa. Uma das remodelações mais simples que pode fazer neste sentido é substituir as caixilharias antigas em alumínio simples por janelas duplas de alumínio com corte térmico e/ou trocar as janelas de correr por sistemas oscilo-batentes. Se tem varandas, deve fazer o mesmo nas portas de acesso do exterior para reduzir as pontes térmicas. 

Fazer um tecto falso 

Outra ideia de remodelação para valorizar a sua casa é construir um tecto falso. Por um lado, o tecto falso com isolamento aumenta a eficiência energética da casa. Se o imóvel for num último andar ou por baixo de um terraço, a diferença no certificado energético vai ser notória. E, se vive num prédio, vai ouvir menos barulho de outras fracções. Por outro, o tecto falso esconde perfeitamente os fios eléctricos, o que abre a porta para fazer a remodelação eléctrica do imóvel. Portanto, são só vantagens! 

Home staging

Se não quiser fazer obras de fundo, pode pelo menos recorrer ao home staging para valorizar o seu imóvel. O home staging é uma técnica de design de interiores que consiste em tornar o imóvel mais atraente a potenciais compradores e que os ajuda a imaginar como poderia ser o seu dia a dia na casa. Um home staging eficaz não só permite vender o imóvel mais rápido, mas também por um preço superior. Se quiser, também pode incluir os móveis no negócio e vender a casa totalmente equipada.

Construir uma suite

Outra ideia de remodelação para valorizar a sua casa é criar uma suite. Muitos compradores valorizam ter pelo menos um quarto com suite, com casa de banho e closet. Contudo, em muitos casos isto implica abrir e fechar paredes, criar uma casa de banho de raiz, construir armários à medida e fazer uma remodelação mais profunda. Portanto, para isso precisa de encontrar uma empresa de remodelações em Lisboa. No entanto, se a sua casa só tem uma casa de banho, vai ser um factor diferenciador. 

Se precisam de ideias de remodelações para valorizar o imóvel, espero que tenham gostado destas! Agora, claro, tudo depende do orçamento que têm disponível. Para dar um bocadinho mais de ajuda, deixo-vos aqui um post muito interessante sobre o preço de remodelar uma casa por metro quadrado, assim como uma página da Fixando que pode ajudar a perceber o preço das remodelações em Lisboa

Relembro que, ao procurar empresas de remodelações em Lisboa na Fixando, pode receber até 5 orçamentos gratuitamente. No entanto, é provável que as empresas e empreiteiros precisem de fazer ma visita técnica à sua casa antes de entregar um orçamento definitivo.

Dicas para escolher o terreno ideal para construir

Construir casa em Portugal é uma aventura. Todos nós conhecemos pessoas que estão há anos à espera de autorização para construir, quer seja para uma casa tradicional ou para uma casa modular. Mas se mesmo assim continua a sonhar com construir a sua própria moradia, aqui ficam algumas dicas para escolher o terreno ideal para construir. 

1. Compreender os diferentes tipos de terreno

Em Portugal, há três tipos diferentes de terreno:

Terreno urbano

Os terrenos urbanos são aqueles que já se encontram integrados em áreas urbanizadas. Portanto, dispõem de infraestruturas básicas como água, electricidade, saneamento e acessos rodoviários. Geralmente, é mais fácil conseguir o licenciamento para construção, além de poupar ao instalar infraestruturas. 

Terreno urbanizável

Os terrenos urbanizáveis estão numa zona mista. Ou seja, ainda não é uma área urbanizada e com todas as infraestruturas, mas tem potencial para o ser. Antes de adquirir um terreno deste tipo, é crucial verificar junto da câmara municipal os custos associados à implementação das infraestruturas necessárias e o índice de construção permitido. 

Terreno rústico

Os terrenos rústicos destinam-se a atividades agrícolas, florestais ou pecuárias. Antigamente, a construção nestes terrenos era proibida, salvo para edifícios de “apoio à actividade agrícola”. No entanto, uma lei de 2024 começou a permitir a construção em terrenos rurais. Ainda assim, tem de confirmar sempre o Plano Director Municipal.

2. Verificar a viabilidade de construção

Mas o que é isto do Plano Director Municipal? Entenda melhor as limitações à construção:

Consulta do Plano Director Municipal (PDM)

O Plano Director Municipal (PDM) é o documento que define as regras de ocupação do solo em cada município. Antes de adquirir um terreno, consulte o PDM para verificar se o terreno está classificado como apto para construção e quais as condicionantes aplicáveis. Mesmo que a lei permita construir em solos rurais, pode haver restrições a nível local. 

Licenciamento e alvarás

Se o terreno não estiver inserido num loteamento com projeto aprovado, prepare-se para todo o processo de licenciamento e alvarás de obra. Tem de apresentar um projeto de licenciamento junto da câmara municipal (geral e de especialidades), obter um alvará de construção e solicitar a licença de habitação quando concluir a obra, mesmo que só queira construir uma casa modular.

3. Avaliar a localização e acessibilidades

Outra dica para escolher o terreno ideal para construir é avaliar a localização e se tem potencial para valorizar no futuro: 

Proximidade de serviços e infraestruturas

A localização do terreno influencia directamente o valor do imóvel e a qualidade de vida dos habitantes. Considere a proximidade a escolas, centros de saúde, comércio, transportes públicos e acessos rodoviários. Além disso, verifique se o terreno dispõe de infraestruturas básicas ou se será necessário investir na sua implementação.

Exposição solar e topografia

A orientação solar do terreno afeta o certificado energético da habitação e o consumo energético. Os terrenos com boa exposição a sul são, geralmente, mais valorizados. A topografia também é relevante: os terrenos planos facilitam a construção e reduzem custos, enquanto terrenos inclinados exigem obras de contenção e fundações especiais. Este detalhe influencia muito o custo de construção, até mesmo o preço de construir uma casa modular.

4. Analisar a documentação do terreno

Por fim, garanta que está tudo em ordem com a documentação do terreno: 

Certidão do registo predial

A certidão do registo predial comprova a titularidade do terreno e se existem ónus ou encargos associados, como hipotecas ou servidões. É essencial garantir que o vendedor é o legítimo proprietário e que o terreno está livre de dívidas. Se for um terreno partilhado entre vários herdeiros, é essencial garantir que está tudo em ordem. 

Caderneta predial

A caderneta predial fornece informações fiscais sobre o terreno, como a sua localização, área, valor patrimonial e a inscrição na matriz. Este documento é necessário para a celebração do contrato de compra e venda. Mas, mais do que isso, pode usar o número da matriz para se informar sobre a Câmara.

5. Considerar terrenos com projecto aprovado

Adquirir um terreno com projecto aprovado acelera o processo de construção, uma vez que o licenciamento já foi autorizado pela câmara municipal. No entanto, é importante confirmar se o projeto está efectivamente aprovado e se corresponde às suas necessidades. Se quiser fazer alterações ao projecto, precisa de pedir novo licenciamento.

Erros comuns na construção de casas e como evitá-los

Sonha com construir a sua própria moradia? Hoje desvendo quais são os erros comuns na construção de casas em Portugal e como evitá-los.

Fazer alguma coisa que não estava no projecto inicial

Um dos erros mais comuns na construção de casas é fazer alterações ao projecto inicial. Recentemente, em conversa com um vizinho, soube que em determinado momento tiveram a construção da casa embargada porque decidiram construir uma piscina. Embora pequena, a piscina não estava prevista no projecto inicial que entregaram na Câmara Municipal. E quem diz uma piscina diz um anexo para o churrasco, uma garagem fechada ou uma altura superior ao previsto no sótão.

Recordo que, em Portugal, é obrigatório pedir uma licença para a construção de casas – sejam elas casas tradicionais em alvenaria, casas modulares ou casas recuperadas. Antes de fazer qualquer construção, tem de verificar na Câmara Municipal o Plano Director Municipal (PDM). Só este PDM é que vai determinar se é um terreno urbano, urbanizável ou rústico; o índice de construção e outros detalhes que condicionam a sua construção. Depois, podem submeter o projecto para a casa e os projectos de especialidades.

Subestimar o orçamento

Outro erro muito comum na construção de casas é subestimar o orçamento. No outro dia, alguém perguntava se uma moradia aqui na zona valia “300.000€” porque “compra um terreno com 50.000 e constrói por 200.000€”. Evidentemente, isto são contas de cabeça. Ao construir a casa, precisa de ter em consideração não só o preço do terreno, mas também o preço do projecto de arquitectura, as especialidades, a ligação à rede pública, as licenças camarárias, a mão de obra e os materiais.

Infelizmente, a construção em Portugal está muito cara. Antes de começar a construir, já temos imensas despesas. E, ao construir, é preciso ter um orçamento muito detalhado para garantir que a construção não derrapa. Se estão à procura de orçamentos de empresas de construção civil, deixo aqui o link para encontrarem empresas de construção civil e compararem preços. Preparem-se porque também há alguma variação regional: é mais caro construir casa em Lisboa, no Porto ou na Madeira do que na Guarda ou em Viseu. 

Poupar onde não deve 

Dito isto, também há pessoas que poupam onde não devem. Quem está a construir uma moradia tem de pensar a 20, 30, 40 anos. Por isso, escolher um isolamento térmico “mais barato” agora pode sair mais caro no futuro. Como compromete a eficiência energética do imóvel, com certeza que vão gastar muito mais dinheiro a aquecer a casa no inverno (e a arrefecer no verão). Se não há orçamento para construir com materiais de qualidade, é melhor repensar se vale a pena construir uma moradia.


Evidentemente, digo isto em relação aos materiais estruturais: o isolamento térmico, o telhado, as lajes, a caixilharia, a impermeabilização. Nos acabamentos, como as madeiras, os revestimentos e as tintas, há sempre forma de gerir o orçamento. Pode comprar diversos fornecedores, materiais e games. Ainda assim, recomendo pensar sempre no que é melhor a longo prazo. Caso contrário, arriscam-se a ter despesas de remodelação no futuro e obras inconvenientes. 

Não pensar na orientação solar

Outro erro muito comum na construção de casas é não ter a orientação solar em consideração. A orientação solar faz muita diferença no conforto. Não só a nível térmico, porque uma orientação solar a Poente ou a Sul é sempre desejável, mas também no dia a dia. Quem é que gosta de ter uma cozinha escura onde tem de acender a luz para lavar um simples copo? Ou uma sala onde nunca bate o Sol? Estas são questões que devem ponderar logo no momento em que compram o terreno.

Não contratar uma empresa para fazer a vistoria

Por último, um dos erros mais comuns na construção de casas é não fazer uma vistoria independente. Quer gastar 200.000€ ou 300.000€ na construção de uma casa, mas não está disposto a gastar 1.000€ para ter um perito independente a fazer a vistoria da obra? Há empresas de engenharia independentes que podem acompanhar o projecto para ter a certeza que está tudo a correr dentro do planeado. Não nos podemos esquecer que, quando se trata de reparações, 40% de devem a má execução em obra.

Remodelar com orçamento limitado: é possível?

Tendo em conta o preço das obras, esta é a pergunta do milhão (ou quase). Se querem fazer uma remodelação e têm um orçamento limitado, precisam de fazer muito bem as contas. Embora haja sempre algumas opções mais em conta, nas obras pode sempre haver imprevistos. Por isso, como regra de bom senso, só avançam com a obra se tiverem um pé de meia que corresponda a 10% do valor total da obra. 

Dito isto, aqui ficam algumas dicas para remodelar com um orçamento limitado:

1. Procurar várias empresas de remodelação 

O primeiro passo para remodelar com um orçamento limitado é procurar várias empresas de remodelação, sobretudo se vai fazer remodelações em Lisboa. Há muitas empresas com a agenda cheia, por isso precisa de procurar com antecedência e estar disposto a esperar alguns meses para fazer uma remodelação completa. No entanto, este é o primeiro passo para perceber se têm orçamento disponível para a obra – e continuar a poupar até lá.

2. Comparar os preços de várias empresas e materiais

Com a escassez de mão de obra, há muitas famílias que cometem o erro de adjudicar a obra à primeira pessoa que lhes envia um orçamento. Contudo, é recomendável ter pelo menos três orçamentos de remodelações para comparar. Em alternativa, podem ver aqui os preços de remodelações de casa, para perceber que o orçamento que receberam está dentro da média para a vossa região. 

É muito importante pedir um orçamento discriminado, uma vez que isto vos vai dizer quais são os pontos mais dispendiosos da remodelação e os materiais que estão incluídos. Caso o orçamento fique acima do esperado, têm de analisar todas as despesas para perceber o que podem cortar e em que trabalhos têm de poupar. Por exemplo, se fica caro assentar um novo azulejo na casa de banho, porque não pintar o que já existe?

3. Ponderar ir pela via DIY 

Há obras que devem ser sempre feitas por profissionais. Se quer trocar a canalização ou as tomadas, tem mesmo de contratar um canalizador e um electricista. Contudo, há outras áreas em que talvez se possa aventurar no mundo do DIY: por exemplo, a montar uma cozinha ou a pintar a casa. Claro que o trabalho de um principiante não se compara ao de um profissional, mas é uma forma de remodelar com um orçamento limitado.

Quando se trata de remodelações estéticas, por exemplo, a cor é a melhor forma de dar um novo aspecto à sua casa. E, neste campo, há várias soluções DIY. Além das tintas para azulejo de que já falei, pode colar papel de parede, usar vinílico adesivo no chão e no backsplash da cozinha, comprar tinta para pintar os armários, e inclusivé comprar tinta para a loiça sanitária! Explore uma loja de bricolage e vai ficar surpreendido com as opções.

4. Procurar (ainda) mais alternativas aos materiais

Mas, infelizmente, nem tudo se resume a encontrar alternativas para pintar a casa e dar-lhe outra cor. Se precisa mesmo de trocar o pavimento ou o revestimento porque já estão em mau estado, é hora de procurar materiais em várias lojas. Os preços mudam muito de loja para loja, de gama para gama, e às vezes há promoções. Por isso, se começar a procurar com antecedência, também vai controlar melhor o preço dos materiais.

A mesma coisa acontece com as cozinhas, por exemplo. Em vez de ir só ver uma ou duas lojas, veja também em carpintarias locais, procure saber que há promoções que dão saldo em cartão, e explore todas as opções. Como é uma das zonas mais dispendiosas da casa, vale a pena fazer este trabalho de pesquisa. A mesma coisa para os electrodomésticos: espere pelos dias sem IVA e preste atenção às promoções.

5. Estabeleça prioridades

Finalmente, estabeleça prioridades. O dinheiro não estica. Se não vê forma de remodelar com um orçamento limitado, escolha o que é prioritário para si. É mais importante remodelar a cozinha ou trocar as janelas? Se acha que vai querer mudar de casa, tenha em consideração as remodelações que mais valorizam um imóvel, por exemplo. Haverá sempre factores de desempate para escolher o que é mais importante agora.

Quanto custa instalar um ar-condicionado?

Vamos directos ao assunto. Na Fixando, a média do preço de instalação de ar condicionado está em 350€ (apenas a instalação, penso que exclui o preço do equipamento em si). No entanto, é preciso ter em consideração que o preço da instalação do ar condicionado varia consoante uma série de factores, incluindo o tipo de aparelho, a necessidade de remover o aparelho anterior, se já há uma pré-instalação ou não, o número de divisões, o preço da deslocação do profissional e da sua reputação.

Pré-instalação de ar condicionado

Nos casos em que há uma pré-instalação de ar condicionado, os canais já estão abertos e é muito simples passar as tubagens do exterior para o interior. Isto facilita imenso o trabalho do profissional, que só tem de instalar o aparelho propriamente dito. Neste caso, a instalação de ar condicionado é bastante mais rápida e, por conseguinte, fica mais em conta. Para si, também tem a vantagem de não ter de abrir roços nem fazer pó.

O tipo de ar condicionado

O preço da instalação de condicionado pode variar consoante se trate de um ar condicionado monosplit (apenas para uma divisão) ou multisplit (para várias divisões, geralmente até 5). Além disso, também varia de acordo com a capacidade do ar condicionado, que se mede em BTUs. Aconselho a perguntar ao técnico que vai fazer a instalação qual é a quantidade de BTUs recomendada, porque não vale a pena instalar a mais.

Quanto mais potente for o ar condicionado (mais divisões e/ou maior quantidade de BTUs), mais cara será a instalação e o equipamento. Só para ter uma ideia, os preços podem variar entre os 1000€ e os 3000€ para o equipamento e a instalação completa na parede, dependendo daquilo que procura. 

Instalação de ar condicionado mural ou em condutas

Se quer saber quanto custa instalar um ar condicionado, também depende se prefere um ar condicionado tradicional, na parede, ou um ar condicionado central que se espalha pela casa através de condutas, de forma mais discreta. Os modelos monosplit por conduta, ou multisplit com cassete (como vemos nos hotéis) são mais caros de instalar do que um ar Enquanto nos ar condicionados murais falámos de uma quantia entre os 1.000€ e os 3.000€, um ar condicionado central pode custar entre os 2.000€ e os 5.000€. 

Remoção do aparelho anterior

Outra coisa que deve ter em consideração para saber quanto custa instalar um ar condicionado é a remoção do aparelho anterior. Algumas empresas mais tradicionais continuam a retirar o aparelho anterior como cortesia, mas o mais comum é cobrar por remover o ar condicionado antigo e encaminhá-lo para o ecocentro. Dependendo do instalar, pode oscilar entre os 50€ e os 200€.

Outros fatores

Evidentemente, o preço de instalar um ar condicionado também varia ligeiramente de empresa para a empresa. Considero de bom senso comparar pelo menos três orçamentos diferentes, algo que podem fazer facilmente através da Fixando. Deixo aqui o link para encontrar empresas de instalação de ar condicionado em Braga e instalação de ar condicionado no Porto, mas sei que podem encontrar profissionais em todo o país. 

A experiência do profissional (ou os anos em que a empresa já está no mercado), a reputação da empresa, o preço da deslocação e os seus honorários podem variar muito. Se procurar na Fixando, não só consegue comparar o orçamento total, como também pode usar o perfil do profissional para ler as avaliações.  

TL; DR?

É quase impossível calcular quanto vai custar instalar um ar condicionado em vossa casa. Os preços podem ir dos 300€ aos 1500€, dependendo do tipo de equipamento, do número de divisões, das BTUs e dos preços praticados pelo profissional. A minha recomendação é tentar perceber primeiro se o ar condicionado é mesmo a melhor solução para vocês e, em caso afirmativo, pedir vários orçamentos. 

Se começarem a procurar com algum tempo de antecedência, acredito que consigam comparar vários preços. Sem pressa, vão encontrar o melhor preço possível tanto para o equipamento de ar condicionado, como para a mão-de-obra. 

Vantagens e desvantagens do tecto falso

Vai fazer uma remodelação na sua casa? Provavelmente, o empreiteiro já lhe sugeriu colocar um tecto falso. No entanto, antes de tomar decisões, tem de conhecer todas as vantagens e desvantagens do tecto falso. Hoje, quero ver cada vantagem e desvantagem do tecto falso em pormenor. 

Como se constrói um tecto falso?

A forma mais comum de construir um tecto falso hoje em dia é com gesso cartonado (pladur). Normalmente, é preciso colocar uma estrutura metálica para encaixar as placas de pladur. É frequente colocar isolamento térmico entre o pladur e o tecto original, como lã de rocha ou lã mineral. 

Quais são as vantagens de um tecto falso?

Há várias vantagens num tecto falso. Estes são os motivos mais comuns para fazer a construção de um tecto falso em casa: 

  • Melhora o certificado energético. Se a sua casa for por baixo da cobertura do prédio, um tecto falso é uma das estratégias para aumentar a eficiência energética do imóvel. Além de criar uma caixa de ar, pode reforçar o isolamento térmico com uma camada de lã de rocha ou lã de mineral. 
  • Reduz o barulho de outras fracções. Além de melhorar o isolamento térmico, um tecto falso também pode aumentar o isolamento acústico. Se vive num apartamento, é uma das formas mais elegantes e eficazes de evitar o ruído que vem de outras fracções. 
  • Deixa o tecto todo da mesma altura. Caso a sua casa não tenha toda o mesmo pé direito, pode usar um tecto falso para deixar tudo igual. Face a outras soluções para regularizar o tecto, o tecto falso tem a vantagem de não ser preciso mexer na estrutura, picar ou fazer pó. 
  • Esconder novas ligações eléctricas e canalização. Se está a fazer uma remodelação completa, outra vantagem do tecto falso é poder esconder as novas ligações eléctricas ou os novos canos no tecto falso. Caso contrário, tem de abrir roços e fechá-los. 
  • Sancas e jogos de luz. Outra vantagem do tecto falso é poder colocar sancas para as cortinas e jogos de luz. As casas novas quase todas têm sancas, por isso vai-lhe dar um aspecto moderno e sofisticado. A luz indirecta também ajuda a criar um efeito relaxante, especialmente nos quartos. 

Quais são as desvantagens de um tecto falso?

No entanto, nem tudo são vantagens. Obviamente, também há algumas desvantagens em num tecto falso, nomeadamente: 

  • Perde altura (pé direito): uma das principais desvantagens dos tectos falsos é perder altura. Se quiser fazer um tecto falso em pladur (gesso cartonado) com isolamento térmico, vai perder no mínimo 7 cm de altura. Se a sua casa já tiver um pé direito baixo, esta é uma enorme desvantagem.
  • O preço do tecto falso: outra desvantagem do tecto falso é o preço. O tecto falso pode ficar dispendioso tanto pelos materiais, como pela mão de obra. Pode clicar aqui para descobrir o preço do tecto falso e tirar as suas conclusões. Dependendo da obra, pode haver alternativas melhores.
  • Não é possível fazer reparações: outra desvantagem do tecto falso é que não é possível fazer quaisquer reparações. Quando o gesso cartonado fica danificado ou apanha humidade, não pode dar massa, lixar ou arranjar de alguma coisa. É preciso retirar e fazer um tecto falso de novo.
  • Menor resistência: o pladur é um material menos resistente do que o tijolo. Por isso, tem de ter cuidado com o peso que as paredes e os tectos em pladur estão a suster. Se tem candeeiros muito pesados (candelabros antigos), ventoinhas ou outros equipamentos seguros ao tecto, tenha isto em consideração.

Como vemos, há várias vantagens e desvantagens em fazer um tecto falso. O tecto falso é uma excelente forma de esconder o isolamento térmico, os canos e os fios eléctricos. No entanto, vai diminuir o pé direito, o que vai dar a sensação de ter menos espaço. Finalmente, ainda tem de considerar o factor preço. Dependendo da obra, pode compensar ou não fazer o tecto falso. 

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