Como organizar o guarda-roupa de forma prática?

Organizar o guarda-roupa de forma prática é essencial para manter o espaço limpo e harmonioso. Uma organização bem pensada permite não só encontrar as peças facilmente, mas também visualizar todas as roupas disponíveis, de forma e evitar ter peças que só usa uma ou duas vezes e que depois ficam esquecidas no armário. Tendo isto em conta, aqui ficam algumas dicas para organizar o guarda-roupa de forma prática:

organizacao guarda roupa

Organize a roupa em dois níveis

Dividir o guarda-roupa em dois níveis é uma das melhores técnicas para organizar o guarda-roupa de forma prática. Em primeiro lugar, esta tática permite aproveitar o espaço ao máximo. Por outro lado, ajuda a organizar o guarda-roupa de forma funcional porque é fácil ver as partes de cima, as partes de baixo e fazer as combinações. Finalmente, este tipo de organização também permite visualizar tudo o que nem no seu armário.

A ideia é dividir o armário com dois varões. No nível superior sugiro colocar partes de cima, como os casacos, os blazers e as camisas. No nível inferior convém deixar as calças em cabides próprios, assim como as saias. Este sistema só falha se tiver muitas camisolas de malha que não se podem pendurar (porque ficam com as marcas dos cabides). Nesse caso, convém colocar tudo em prateleiras ou em sacos transparentes para visualizar o que tem.

Guarde as peças iguais todas juntas

É daquelas pessoas que tem um par de calças, uma camisa, uma sala e outras calças? Essa não é a melhor forma de visualizar tudo aquilo que tem no armário. O ideal é arrumar as peças de roupa do mesmo estilo todas juntas (por exemplo, todas as camisas, todas as calças, todos os vestidos) para visualizar tudo aquilo que tem. Mais uma vez, não só facilita ao fazer combinações logo de manhã, como também evita compras impulsivas. Se precisarem de ajuda para organizar o armário, lembrem-se que também há profissionais para ajudar nesta tarefa e fazer uma consultoria! 

Use divisórias e cabides multifunções

Se tem pouco espaço dentro do armário, há várias formas de organizar o guarda-roupa de forma prática e maximizar o espaço. Nas gavetas, pode comprar divisórias e caixas que permitem organizar a roupa por categorias (por exemplo, separar os cachecóis das luvas; as cuecas das meias; e por aí em diante). Desta confirma, continua a ser possível visualizar tudo o que tem no armário e encontrar facilmente a roupa.

Para pendurar, também pode usar cabides multifunções. Há cabides onde pode pendurar vários pares de calças, por exemplo. Há também cabides próprios para pendurar lenços, cachecóis, cintos e gravatas. Embora não seja o ideal, continua a ser uma solução prática para visualizar toda a roupa mesmo em roupeiros mais pequenos. Se procurar nas lojas de casa, com certeza encontra uma solução viável. 

Limpe o guarda-fatos duas vezes por ano

Mesmo no armário, a roupa pode ganhar pó e ácaros. Já para não falar do que acontece se tiver um problema com traças, por exemplo. Felizmente, organizar o guarda-roupa de forma prática também ajuda a fazer uma limpeza de forma rápida e menos trabalhosa. Recomendo esvaziar o guarda-roupa pelo menos duas vezes por ano, nas mudanças de estação, para se desfazer daquilo que não usou ou já não lhe serve. 

Além disso, convém colocar saquinhos de cheiro dentro dos armários para evitar que as traças e outras pragas domésticas comam os tecidos sensíveis, como a lã, a seda ou o algodão. Também por isso é melhor guardar as peças semelhantes juntas – assim, pode colocar o produto anti-traça junto das malhas, em vez de as ter espalhadas por diversas partes do roupeiro. E por falar em limpar, aqui deixo um link para encontrarem ajuda para organizar a casa e fazer a limpeza de Primavera.

Escolha bem os materiais para organizar a roupa

Por falar em limpeza, também é importante escolher bem os materiais que usa para organizar a roupa. Os cestos de vime (ou “palhinha”) ficam muito bonitos, mas acumulam pó. Uma solução para organizar o guarda-roupa de forma mais prática é comprar caixas de plástico transparentes, não só porque permitem visualizar o que está dentro das caixas, mas também porque não acumulam pó.

Os cabides também devem ser de um material uniforme, que não laste, para evitar danificar a roupa. No caso de ter roupa sensível, pode comprar cabides com uma protecção de borracha para não marcar as peças. Há também cabides mais largos apropriados para casacos grossos e blazers, para manter o formato da roupa.

Quando trocar o ar condicionado? Sinais de desgaste

Será que já está na altura de trocar o seu ar condicionado? A maioria dos ar condicionados tem uma vida útil de até 20 anos. Mas até os melhores chegam ao fim! Fique atento aos sinais de desgaste do ar condicionado para perceber se já está na hora de o substituir. 

O desempenho já não é o mesmo

Um dos primeiros sinais de que o ar condicionado já tem algum desgaste é ter um desempenho pior (arrefecer menos ou demorar mais tempo a atingir uma temperatura confortável, por exemplo). 

No entanto, isso por si só não é sinal que já está na hora de trocar de ar condicionado. Em primeiro lugar, deve fazer uma limpeza e contactar uma empresa de manutenção. A título de exemplo, deixo aqui o link de empresas de ar condicionado em Lisboa e técnicos de ar condicionado em Braga.

O consumo de energia aumentou

Como o ar condicionado já tem desgaste, precisa de mais energia para fazer o mesmo. Se tiver um termoestato para desligar o ar condicionado automaticamente quando atinge uma determinada temperatura, vai perceber que está ligado mais tempo.

Portanto, com o tempo, vai notar que a conta de luz aumenta. Dado que a maioria das pessoas usa mais o ar condicionado no Verão, que por norma é altura em que usamos menos electricidade, é fácil perceber a diferença. 

O ar condicionado faz ruídos diferentes

Os ruídos estranhos são outro sinal que o ar condicionado está a chegar ao fim da sua vida útil. Os ar condicionados começam a fazer mais barulho à medida que as peças ganham desgaste, tanto eléctrico como mecânico. 

O barulho do ar condicionado costuma ser pior no caso dos aparelhos de ar condicionado que ficam junto à janela ou quando a unidade exterior está junto da janela ou da varanda. Já agora, confirme se pode colocar um ar condicionado no seu apartamento.

As reparação são cada vez mais constantes

Outro sinal evidente que está na hora de trocar o ar condicionado é ter de fazer reparações cada vez mais frequentes. Se chamou o técnico do ar condicionado no mês passado e agora já tem de substituir outra peça, é altura de pensar se é melhor reparar ou trocar.

Com a passagem do tempo, também começa a ser cada vez mais difícil encontrar peças compatíveis. Se já tem dificuldade em encontrar peças, ou se essas peças são caras, também pode valer a pena trocar por um aparelho mais recente.

O aparelho tem pouca eficiência energética

Se já tem um ar condicionado antigo, de certeza que gasta muita electricidade mesmo que ainda esteja a funcionar razoavelmente bem. Calcule quanto dinheiro gasta por mês em ar condicionado e quanto é que gastaria com um aparelho novo mais eficiente.

Provavelmente, em poucos anos paga-se o investimento num ar condicionado mais moderno, mais eficiente e que tenha tecnologias smart que permitem poupar energia (por exemplo, desligar-se automaticamente, controlo remoto, etc). 

Qual é a vantagem de trocar o ar condicionado?

Estima-se que um ar condicionado novo com motor inverter possa ser 40% a 70% mais eficiente do que os aparelhos antigos. Portanto, um ar condicionado novo é uma solução que poupa energia e mais amiga do ambiente.

Além disso, aproveite para trocar um único equipamento por um ar condicionado multisplit. Desta forma, pode ligar até 5 unidades (em 5 divisões diferentes) a uma mesma unidade exterior que já está aprovada pelo condomínio.

Como poupar energia para climatizar a casa com o ar condicionado?

Infelizmente, não há milagres. Para poupar energia, o melhor é investir no isolamento térmico da sua casa. Se janelas fracas numa casa virada a poente, nem o melhor ar condicionado do mundo consegue manter uma temperatura fresca durante o Verão. 

Por outro lado, também não se deve descurar a manutenção do ar condicionado. Recomendo fazer pelo menos uma manutenção anual do ar condicionado para rever as ligações eléctricas e fazer uma limpeza profunda ao aparelho.

Como proprietário, também deve trocar o filtro a cada 3 meses e fazer uma limpeza regular para evitar a acumulação de pó, ácaros e sujidade dentro do ar condicionado. Se notar algum problema, chame um técnico assim que possível. 

Empresa de Gestão de Condomínios: o que considerar

A gestão de um condomínio é bastante complexa. Desde a manutenção das áreas comuns até à administração das finanças, há muitas coisas que recaem no administrador do condomínio. Por isso mesmo, nem sempre há vizinhos com disponibilidade para assumir este papel. Nesse caso, é altura de contratar uma empresa de gestão de condomínios. 

Se está a ponderar contratar uma empresa de gestão de condomínios, é importante ter em consideração alguns factores para fazer uma escolha informada e consciente:

1. Experiência e reputação no mercado

A experiência da empresa de gestão de condomínios desempenha um papel essencial na qualidade dos serviços prestados. As empresas com mais anos de actividade não só dominam a legislação em vigor, como também têm experiência a lidar com condóminos que têm as quotas em dívida, empreiteiros e fornecedores. 

A reputação no mercado é outra coisa a ter em consideração. Leia sempre as avaliações das empresas de gestão de condomínios e procure referências de outros condomínios geridos pela mesma empresa. Ter muitos anos de experiência no mercado demonstra a capacidade de gerir os desafios do dia a dia ou não. 

2. Conhecimento das obrigações legais

A gestão de condomínios tem de respeitar diversas obrigações legais. Uma empresa de gestão de condomínios precisa de conhecer todas as normas que regulam a administração de propriedades em regime de propriedade horizontal, como convocar uma reunião anual, garantir a inspecção periódica dos elevadores e dos extintores, etc. 

Em princípio, todas as empresas de gestão de condomínio conhecem estas obrigações. No entanto, é sempre bom fazer perguntas específicas sobre as dificuldades do condomínio. Aqui no prédio, tivemos dificuldade em despedir a administração anterior sem chegar a um quórum de 60%, por exemplo. 

3. Transparência na prestação de contas

Uma das funções mais sensíveis de uma empresa de gestão de condomínios é a administração das finanças do condomínio. Isto cobrar as quotas mensais, tratar do pagamento das despesas correntes (água, electricidade, limpeza, manutenção, etc.), a gestão de contas bancárias e o fundo de reserva.

Para merecer a confiança dos condóminos, a empresa de gestão tem de ser transparente. As contas do condomínio devem ser apresentadas de forma clara e detalhada, com acesso a toda a documentação financeira, como facturas e recibos, para que os condóminos possam verificar como o dinheiro está a ser utilizado.

4. Capacidade de comunicação e resolução de conflitos

A comunicação entre a empresa de gestão de condomínios e os condóminos tem de ser frequente e eficiente. Uma boa comunicação facilita a resolução de problemas e evita mal-entendidos entre vizinhos. A capacidade de mediação e resolução de conflitos por parte da empresa é essencial para manter a harmonia entre os moradores.

5. Serviços de manutenção e reparação

Algumas empresas de gestão de condomínios têm parcerias com fornecedores de serviços para assegurar a limpeza, a jardinagem e pequenas reparações. A eficiência na resolução de avarias, como uma porta avariada ou uma infiltração, pode fazer toda a diferença para a qualidade de vida dos condóminos. 

6. Inovações tecnológicas

O que é que não pode ser melhorado com tecnologia? Nos últimos anos, a tecnologia tem vindo a transformar a forma como as empresas de gestão de condomínios operam. Muitas empresas utilizam agora plataformas digitais que permitem aos condóminos reportar avarias, pagar as quotas e consultar os relatórios de contas.

7. O preço

O preço da gestão de condomínios é sempre um fator a ter em conta. Aqui pode receber até 5 orçamentos de empresas de condomínios no Porto e empresas de condomínios em Braga para escolher o fornecedor que lhe oferece a melhor relação preço/qualidade. Compare os preços, as avaliações e os perfis de cada empresa.

Escolher uma empresa de gestão de condomínios requer uma análise cuidada de vários aspectos, desde a experiência e reputação no mercado até à capacidade de comunicação e resolução de conflitos. Mas o mais importante é escolher uma empresa de gestão que ofereça um serviço transparente e que preste contas com frequência.

Como planear uma remodelação em casa?

Se há alguém que percebe de remodelações de casa, sou eu. Sim, é sempre stressante. Sim, é sempre complicado controlar o orçamento. Sim, é sempre uma dor de cabeça e penso “porque é que me meti nisto”. Mas a verdade é que já remodelei três casas e, sempre que vejo casas à venda, não consigo deixar de imaginar o que fazia aqui e a ali. Por isso, hoje partilho convosco algumas dicas de como planear uma remodelação em casa! 

1. Acertar todos os detalhes do projecto à priori

A minha primeira dica para planear uma remodelação em casa é acertar todos os detalhes logo no início. Isto porque basta um pequeno detalhe para haver mudanças no orçamento. Por exemplo, vão querer mudar o lava-loiças de sítio? Então devem informar o empreiteiro, porque é preciso contratar um canalizador para mexer nos canos. Mesmo que pareçam detalhes, é importante ter uma visão clara de todas as alterações.

2. Pedir pelo menos três orçamentos a empreiteiros

Outra dica para planear uma remodelação em casa é pedir pelo menos três orçamentos diferentes. A Fixando pode ajudar muito nesta parte – se clicarem aqui, podem encontrar empresas de remodelações em Braga e empresas de remodelação no Porto, por exemplo. Depois de fazerem o vosso pedido, recebem até cinco orçamentos gratuitos e sem orçamento. Isto permite-lhe comparar preços e os prazos. 

3. Confirmar o preço de cada material

Alguns empreiteiros incluem o material no orçamento (por exemplo, “revestimento cerâmico até 15€/m2” ou “chão flutuante até 12€/m2”). Nesse caso, é importante confirmar se gosta de algum material que se enquadre nesses preços. No entanto, a maioria dos empreiteiros exclui o material dos orçamentos. Por isso, convém ir a lojas de materiais, comparar preços, e fazer uma estimativa de quanto vai gastar em materiais.  

4. Encomendar tudo com antecedência

Outro conselho que vos posso dar para que tudo corra bem durante a remodelação em casa é encomendar todos os materiais com antecedência. Muitas vezes é preciso esperar algumas semanas para receber os materiais, especialmente se estiver a fazer obras no Verão ou na altura do Ano Novo. Portanto, para não haver surpresas nem atrasos, o melhor é encomendar tudo com pelo menos um mês de antecedência.

5. Preparar uma alternativa para morar

Se estiver a remodelar a canalização e a instalação eléctrica, é normal que a casa fique sem água corrente, depois com água mas sem água quente, e até sem cozinha. Por isso, fica quase “inabitável”. Para a experiência ser mais confortável, recomendo alugar um alojamento local durante a altura mais crítica da obra (durante a época baixa, arranjam preços bons!) ou ficar em casa de amigos ou familiares enquanto vão de férias.

6. Fazer uma simulação em 3D

No caso de estarem a planear uma remodelação em casa com uma empresa de remodelação de interiores ou com um designer de interiores, peçam uma simulação em 3D. Embora as coisas na “vida real” fiquem diferentes da simulação em computador, é uma excelente forma de conseguirem visualizar os acabamentos, as alterações propostas e até a disposição da mobília no futuro. 

7. Preparar uma reserva

Por mais que se tente planear as obras em casa, há sempre coisas que só se descobrem durante a obra. Nunca há obras sem surpresas! Então, nos meses que antecedem a obra, recomendo ter um fundo de reserva que vos permita contornar qualquer imprevisto. O ideal é ter pelo menos 10% do preço total da obra de lado, mas qualquer fundo de emergência é bem-vindo. 

Espero que tenham gostado das minhas dicas para planear uma remodelação em casa (e sobreviver!). Embora fazer obras em casa seja stressante, e é muito fácil derrapar no orçamento, há coisas que tornam todo o processo mais fácil. Em primeiro lugar, para controlar o orçamento, é bom ter uma noção clara daquilo que querem e comparar vários orçamentos. 

Depois, para cumprir os prazos, peçam ao empreiteiro que indique o prazo no orçamento, tentem organizar as coisas para ficar em casa de amigos ou familiares durante as obras, e encomendem o material com tempo. Espero que olhem para as obras em casa como uma aventura e um projecto a longo prazo! Quando estiver tudo pronto, de certeza que vão olhar para trás e pensar “valeu a pena”.

Remodelações Internas vs Remodelações Externas: Quais Precisam de Licença?

Se vai fazer obras, talvez tenha dúvidas sobre as remodelações que precisam ou não de licença. Por isso, hoje explico em que casos precisa de pedir uma licença para fazer obras no exterior ou remodelações no interior de casa. Fique a saber quando é que precisa de licença para remodelações internas e remodelações externas! 

Remodelações no exterior: quando é que é preciso de licença?

Normalmente, precisa de pedir uma licença na Câmara Municipal para remodelações exteriores, como pintar ou alterar a fachada. Além disso, também precisa de licença à Câmara para colocar andaimes, colocar uma conduta para a descarga de entulho ou ocupar a via pública. Estas licenças costumam ser dispendiosas e têm uma validade.

Por isso, aconselho que coordene muito bem a obtenção da licença com a empresa que vai fazer a empreitada. Em alguns casos, até pode ser a própria empresa de construção civil a tratar deste passo, pois saberá melhor do que ninguém (1) quando é que é preciso pedir uma licença e (2) qual o tipo de licença a pedir à Câmara. 

Outra ocasião em que também precisa de pedir licença à Câmara são as alterações à estrutura da casa que são visíveis do exterior. Por isso, precisa de uma licença para  construir mais um andar (que mexe no índice de construção), fazer um anexo ou fechar a marquise. 

A única excepção a estas regras é a construção de um alpendre, que é considerado uma “construção de pouco impacto urbanístico” ou um muro para separar o seu terreno do vizinho. Mas atenção, porque o muro não pode superar os 1.8 metros de altura. Em caso de dúvida, consulte a sua junta de freguesia ou câmara municipal. 

Além disso, embora não sejam propriamente remodelações exteriores, também não precisa de licença para arranjar o telhado ou colocar painéis solares. Desde que o telhado seja reparado em condições idênticas e que os painéis não excedam a área de cobertura do edifício, não precisa de licença.  

Remodelações internas: quando é que é preciso pedir licença?

No caso das remodelações interiores, as regras são ligeiramente diferentes. Não precisa de pedir licença para a maioria das remodelações de interior, uma vez que só vai mexer nos acabamentos da casa. Por isso, pode fazer uma remodelação de cozinha, uma remodelação de casa de banho, trocar o pavimento e pintar a casa sem pedir licença. Veja aqui mais exemplos de obras que pode fazer sem pedir licença à Câmara Municipal.

Aliás, pode até fazer remodelações um pouco mais profundas, como substituir a canalização antiga ou a fiação eléctrica, sem pedir licença à Câmara Municipal. No caso de querer trocar as caixilharias, também não precisa de pedir licença – mas deve informar o condomínio, uma vez que podem não permitir caixilharias em PVC ou de outra cor.

No entanto, há alguns casos que estão numa área cinzenta. Se quiser demolir paredes que não sejam estruturais, por exemplo para juntar a sala e a cozinha em open space, fazer um quarto com suite, não é necessário uma licença. Também não precisa de licença para dividir compartimentos com paredes de pladur.

Porém, para mexer em paredes estruturais e mexer significativamente com a planta da casa, pode ser necessária a licença. Por isso, mais uma vez reforço que o melhor é falar com o empreiteiro e confirmar se precisa de licença ou não. Embora a responsabilidade de pedir a licença seja do proprietário, muitas empresas ajudam com este passo. Deixo aqui o link para empresas de construção em Lisboa e aconselho a procurarem um serviço “chave na mão”.

Resumindo, só precisa de pedir licença para: 

  • fazer alterações à fachada do prédio, como retirar azulejos ou pintar de outra cor;
  • fazer expansões ao edifício, como construir mais um andar ou fechar a marquise;
  • alterar o telhado, por exemplo para fazer um terraço na parte de cima do edifício;
  • fazer alterações à estrutura da casa, como demolir paredes estruturais;
  • colocar andaimes, condutas de entulho ou ocupar a vida pública para fazer a remodelação.

Como construir um jardim vertical: as melhores 5 dicas

Se vive numa cidade, um jardim vertical pode ser a única forma de ter um espaço verde em casa. Basta ter um terraço ou uma varanda para criar uma zona agradável e, quem sabe, plantar as suas próprias plantas aromáticas. Estas são as minhas melhores 5 dicas para construir um jardim vertical num apartamento!

jardim vertical

Porquê construir um jardim vertical?

Quem chegou até aqui provavelmente tem algum interesse em construir um jardim vertical. Mas talvez não saiba bem como, daí estar à procura das melhores dicas para construir um jardim vertical. E por isso quero ir ao início de tudo: porquê construir um jardim vertical. 

Os jardins verticais são uma tendência que começaram nas grandes cidades da Ásia, como Bangkok ou Singapura. Como são cidades com uma elevada densidade populacional, o espaço é limitado. Porém, seguindo as leis do feng shui, é importante ter plantas. Além disso, ajudam a combater as ilhas de calor, a purificar o ar e a curar as doenças mais rápido.

Aqui em casa, nunca nos arrependemos do nosso jardim vertical, apesar de às vezes dar um bocadinho de trabalho. É um hobby saudável, uma boa forma de descansar ao fim do dia, uma maneira de ter sempre manjericão para as massas, e de sentir que tenho um espaço confortável onde aproveitar o pôr do Sol. 

Agora, vamos às dicas para construir um jardim vertical!

5 melhores dicas para construir um jardim vertical

1. Escolher espécies apropriadas

Um dos maiores desafios da jardinagem vertical é aparar as plantas ao longo do tempo para que o jardim vertical não pareça uma casa abandonada. Por isso, aqui ficam algumas sugestões de plantas que podem funcionar bem num jardim vertical e que se adequam ao clima português: 

  • Samambaia: têm uma folhagem exuberante, dão-se bem ambientes húmidos e com sombra, por isso é adequada mesmo em casas com pouca exposição solar e em zonas do país com muita pluviosidade.
  • Suculentas: as suculentas e os cactos são ideais para a jardinagem vertical porque são resistentes e requerem pouca manutenção. Basicamente são à prova de tudo, não conheço ninguém que não consiga tomar conta de suculentas! 
  • Hera: as heras são perfeitas para jardinagem vertical crescem rápido e cobrem toda a parede em pouco tempo, mesmo com poucos cuidados. No entanto, só recomendo se quiserem ocupar uma parede maior! 
  • Orquídea: as orquídeas são flores elegantes que adicionam um toque de cor e exotismo aos jardins verticais. Além disso, são compatíveis com ambientes húmidos e dão-se até na sombra. Mas exigem alguma manutenção, não vou mentir.
  • Planta-chinesa-do-dinheiro: estas plantas (cujo nome se deve à forma das folhas) são pequenas, resistentes e fáceis de cuidar são uma boa opção para jardins verticais em Portugal.

2. Planear o sistema de rega

Outra dica para construir um jardim vertical é pensar no sistema de rega. Os jardins verticais grandes, como os que vemos em centros comerciais, têm sistemas de irrigação muito complexos que levam a água para cima. Como isto não está propriamente ao alcance do comum dos mortais, pensem se conseguem chegar a todo o substrato com um simples regador.

3. Renovar o substrato todos os anos

Num jardim comum, ao ar livre, é normal que o substrato se renove quase sozinho. As plantas, os pássaros e os insectos fazem o seu trabalho. Mas, num jardim vertical, estamos sempre a tirar do substrato e a acrescentar muito pouco. Por isso, convém substituir o substrato um bocadinho todos os anos (ou colocar adubo ou compostagem caseira). 

4. Dependendo das espécies, optem por vasos

Outra dica que aprendi com a experiência é que, por vezes, é mais fácil organizar as plantas em vasos, especialmente se a ideia for plantar alfaces, espinafres, morangos e outras coisas para vosso consumo. Assim é mais fácil controlar as raízes e regar. Mas podem usar vasos em escadinha para conseguir o efeito vertical!

5. Coloquem plantas repelentes

Ora bem, minhas amigas, esta é a dica de milhões. A ideia de ter um jardim vertical em casa não é andar sempre a respirar insecticida, pois não? Então, usem plantas para a hortelã-pimenta, a lavanda, o alecrim, o manjericão e a cidreira para afastar mosquitos. É melhor para o jardim, e é melhor para quem acaba sempre picado! 

Espero que estas dicas para construir um jardim vertical vos tenham ajudado. Se precisam de mais ajuda, deixo aqui o link da Fixando para encontrarem jardineiros em Castelo Branco e jardineiros em Braga. Mas claro que podem procurar noutras zonas, basta indicarem o vosso código postal!

Quando e Como Fazer uma Limpeza Profunda em Casa

Fazer limpeza profunda em casa não é só uma questão de estética, também é de saúde e bem-estar. Há alturas em que não basta fazer a típica limpeza de fim de semana e é preciso arregaçar as mangas para tirar aquela gordura incrustada no forno ou o pó atrás do sofá. Mas quando e como fazer uma limpeza profunda em casa? Vale a pena contratar uma empresa de propósito? 

limpeza a fundo

Quando fazer uma limpeza profunda em casa?

Primeiro, é importante perceber quando uma limpeza profunda é mesmo necessária. Há várias situações em que recomendo fazer uma limpeza profunda, nomeadamente:

  • Pós-obras: ao fazer obras em casa, o pó espalha-se por todo o lado. É preciso limpar os móveis, as madeiras das portas, o puxador e até aspirar as paredes. Se têm dificuldade em respirar com tanto pó, ou se foram mesmo obras profundas, podem encontrar aqui empresas de limpeza de apartamento no Porto e limpeza de apartamento em Braga
  • Limpeza de Primavera: a limpeza de Primavera é bem famosa por ser uma limpeza geral. E faz sentido! Para quem sofre com alergias, rinite alérgica ou sinusite, é uma altura em que é preciso fazer uma limpeza profunda para evitar a acumulação de pó, sujidade, pêlos de animais e ácaros. Neste caso recomendo mesmo contratar uma empresa para fazer a limpeza dos estofos (sofás, cadeiras) e dos tapetes. 
  • Após uma doença: se alguém em casa teve uma doença infecciosa (como COVID-19), pode ser preciso fazer uma limpeza profunda para evitar que outras pessoas também fiquem doentes. Limpe as maçanetas das portas, os interruptores de luz, os comandos de televisão, as casas de banho e outros locais para garantir que o bicho não sobrevive.
  • Depois de uma praga doméstica: depois de ter tido uma praga doméstica em casa, como baratas, pulgas ou formigas, convém fazer uma limpeza para garantir que nenhuma pupa sobrevive nos tapetes, nos estofos ou em falhas da parede. Além disso, também é importante eliminar qualquer fonte de alimento, como migalhas escondidas em armários de cozinha ou no sofá. 

Como fazer uma limpeza profunda?

Agora que já vimos quando é necessário fazer uma limpeza profunda, vamos ver como fazer uma limpeza profunda sem deixar nada por limpar! 

  • Planeamento: antes de começar a limpeza, faça um plano. Comece por limpar compartimento a compartimento, de preferência de cima para baixo (isto é, primeiro os móveis e as paredes, depois os estofos e por último o chão). Se for preciso limpar as janelas e as persianas, planeie qual é a melhor altura do dia para limpar (é importante que o sol não bata directamente no vidro). 
  • Produtos de Limpeza: a seguir, escolha os produtos de limpeza. Se tem animais de estimação ou crianças pequenas, é importante escolher produtos de limpeza ecológicos ou naturais. Por outro lado, se estiver a fazer uma desinfecção da casa, pode ser preciso usar produtos mais tóxicos. Fale com a empresa de limpeza para perceber que tipo de produtos de limpeza preferem.
  • Limpeza da cozinha: a cozinha é o compartimento que exige mais atenção porque tem de fazer a limpeza profunda dos electrodomésticos (frigorífico, forno, fogão, torradeira, microondas, etc) para limpar os restos de comida e de gordura. Aproveite e arrume também todos os armários para manter a cozinha organizada e evitar que haja restos de comida espalhados. 
  • Limpeza de bolor: se tem bastante humidade na cozinha ou na casa de banho, pode começar a aparecer bolor no tecto. Há empresas que se especializam em limpar fungos e bolor. Se quiser limpar o bolor sozinha, não se esqueça de usar equipamento de protecção individual (óculos, luvas, bata) e de comprar um produto de limpeza anti-bolor que possa aplicar nas juntas e nas paredes. 
  • Limpeza de estofos: a limpeza profunda deve incluir a limpeza dos colchões e a limpeza de estofos (sofás, poltronas, puffs, cadeiras), já que tendem a acumular muitos ácaros e pó. Há empresas que se especializam em limpeza de colchões e estofos, mas também pode comprar um aspirador próprio à base de água. Mesmo que o sofá pareça limpo, a água vai sair escura! 

E estas são as minhas dicas para fazer uma limpeza profunda! Lembre-se: uma casa limpa é uma casa saudável. E, apesar de dar trabalho, a sensação de entrar numa casa verdadeiramente limpa compensa o esforço. Se organizar bem o teu tempo e utilizar os produtos certos, ou se contratar uma empresa de limpezas, consegue fazer uma limpeza a fundo, que não deixa nenhum canto por limpar! 

Dicas para Trabalhar como um Carpinteiro Profissional

Se fez um curso de carpintaria e está a pensar seguir esta profissão, partilho algumas dicas que poderão ser valiosas para trabalhar como carpinteiro profissional.

carpinteiro profissional

Invista em ferramentas de qualidade

O primeiro conselho que dou a qualquer pessoa que queira trabalhar como carpinteiro profissional é investir em boas ferramentas. Muitas vezes, a tentação de economizar leva a comprar ferramentas baratas, mas o resultado raramente compensa. Uma serra que desafina, um martelo que quebra ou uma plaina que não se ajusta bem pode transformar um trabalho simples num pesadelo. Mais vale gastar um pouco mais e garantir que as ferramentas são robustas e fiáveis. Uma serra eléctrica de qualidade, um bom jogo de formões e uma plaina manual bem afiada fazem toda a diferença. E lembre-se: uma ferramenta bem cuidada dura uma vida.

Aprenda a medir duas vezes e cortar uma

Outra das primeiras coisas que vai ter de aprender se quiser ser um carpintaria é a regra de ouro: medir duas vezes, cortar uma. Não há nada mais frustrante do que cortar uma peça e perceber que ficou curta ou que o ângulo está errado. Pode parecer um cliché, mas garantir que as medidas estão certas antes de cortar poupa muito tempo e evita desperdiçar material. Utilize sempre uma fita métrica precisa e, se necessário, faça marcações leves com um lápis para garantir que a linha de corte fica visível.

Conheça os diferentes tipos de madeira

Não pode querer trabalhar como carpinteiro profissional sem conhecer cada tipo de madeira. Madeiras diferentes têm características diferentes e formas diferentes de se trabalhar. A madeira de carvalho é dura e durável, mas exige mais esforço ao cortar e lixar. Os pinheiros, pelo contrário, são mais macios e fáceis de trabalhar, mas não tão resistentes. Saber escolher o tipo de madeira adequado para cada projecto é crucial. Além disso, ao trabalhar com diferentes madeiras, convém ter em conta a direcção dos veios. Trabalhar contra os veios pode resultar em lascas e imperfeições, por isso, siga sempre a direcção natural da madeira para um acabamento mais limpo.

Domine as uniões básicas

Antes de embarcar em projectos complexos, convém dominar as uniões básicas da carpintaria. Estas uniões, como a união de meia-esquadria, a união em cauda de andorinha ou a união em espiga e furo, formam a base de qualquer estrutura de madeira. Cada uma serve um propósito específico e oferece diferentes níveis de resistência e estética. Por exemplo, a união em cauda de andorinha, além de ser muito resistente, proporciona um acabamento bonito, sendo ideal para gavetas e caixas. Pratique estas uniões até as dominar, pois são elas que garantirão a solidez e a durabilidade das suas criações.

Mantenha o espaço de trabalho organizado

Outra dica para trabalhar como um carpinteiro profissional é saber organizar o seu espaço de trabalho. Manter as ferramentas no seu devido lugar, garantir que o espaço está limpo e evitar a acumulação de resíduos faz toda a diferença no dia-a-dia. Um espaço desorganizado pode levar a acidentes, como tropeçar em cabos ou cortar-se em ferramentas mal arrumadas. Além disso, ao ter tudo organizado, poupa tempo ao procurar as ferramentas certas, o que aumenta a produtividade.

Use protecção adequada

Quando se trabalha por conta própria, não se pode dar ao luxo de arriscar. Habitue-se a  usar óculos de protecção, luvas e máscaras para evitar acidentes e problemas de saúde. Os estilhaços de madeira, pó e lascas podem causar lesões graves, e ninguém quer correr esse risco. Sempre que utilizar ferramentas eléctricas, como serras ou lixadeiras, use auscultadores. 

Aprenda a afiar as ferramentas

As ferramentas afiadas fazem toda a diferença na carpintaria: não só melhoram a qualidade do trabalho como também prolongam a vida útil dos equipamentos. Por exemplo, uma serra cega ou um formão mal afiado pode causar cortes irregulares, além de exigir mais esforço físico. Aprender a afiar as ferramentas, seja utilizando uma pedra de afiar ou uma lima, é uma habilidade que qualquer carpinteiro profissional deve dominar. 

Registe-se em plataformas profissionais

Se vai começar a trabalhar como carpinteiro profissional por conta própria, registe-se em plataformas para profissionais. Estas plataformas permitem receber pedidos de clientes na sua região e começar a ganhar clientes sem ter de gastar muito dinheiro em publicidade. Assim, começa a ganhar portfólio e, se tiver um bom desempenho, em breve terá clientes pelo “boca a boca”. Veja aqui, por exemplo, carpinteiros em Viseu e carpintarias em Setúbal

A carpintaria oferece um mundo de possibilidades para quem deseja trabalhar por conta própria. Com as ferramentas certas, conhecimento sobre diferentes tipos de madeiras e acabamentos, paciência e dedicação pode começar uma carreira duradoura!

Preços de Ar Condicionado: o que considerar na instalação

Quando se trata de adquirir e instalar um sistema de ar condicionado, há várias coisas que deve ter em consideração. Para escolher o ar condicionado com a melhor relação qualidade preço para a sua casa, deve ter em conta a capacidade de refrigeração, a tecnologia do ar condicionado, a eficiência energética e o ruído. Por isso, aqui ficam algumas dicas essenciais para ajudar a tomar uma decisão informada.

preço de ar condicionado: instalacao

Capacidade de refrigeração (BTUs)

A capacidade de refrigeração de um ar condicionado mede-se em BTUs (a sigla significa British Thermal Units). Este valor indica a quantidade de calor que o aparelho extrai de um espaço num determinado período de tempo Por isso, tem de escolher a quantidade certa de BTUs para o espaço que quer climatizar. (Se for inferior ao ideal, não é suficiente. Se for superior, vai estar a gastar mais dinheiro e mais energia sem necessidade.)

Para calcular a capacidade necessária, recomenda-se pelo menos 600 BTUs por metro quadrado. Contudo, factores como a exposição solar, a altura do tecto, o número de janelas e a quantidade de aparelhos eléctricos na divisão também afectam a capacidade necessária. Por exemplo, se tiver uma casa orientada a poente, precisa de mais BTUs. 

Tecnologia inverter vs. split tradicional

Outro factor importante a considerar é se o ar condicionado utiliza tecnologia inverter ou se é um modelo tradicional. Os aparelhos com tecnologia inverter ajustam a velocidade do compressor conforme a necessidade de refrigeração, mantendo uma temperatura constante. Esta característica resulta numa maior eficiência energética e permite-lhe poupar na luz a longo prazo. Porém, o investimento inicial é maior. 

Já os modelos tradicionais funcionam com ciclos de liga-desliga, o que aumenta consumo de energia sem se traduzir em mais conforto térmico. No entanto, são os modelos mais baratos. Ainda assim, se o seu orçamento permitir, opte por um modelo inverter Na minha opinião é uma escolha inteligente a longo prazo, considerando a poupança energética e o conforto que lhe vai proporcionar. 

Complexidade da Instalação

Outra coisa que deve ter em consideração antes de comprar um ar condicionado é a instalação. É frequente que as grandes lojas ofereçam preços mais competitivos do que as lojas do comércio tradicional, por isso pode ser tentador. No entanto, raramente estes preços incluem a instalação, muito menos se for complexa. Assim sendo, este é mais um factor a ter em conta na hora de escolher um vendedor ou uma modelo de ar condicionado.

Por isso, se tem a necessidade de instalar unidades exteriores em locais de difícil acesso, ou se não há nenhuma forma evidente de drenar a água do ar condicionado, tenha isto em consideração. Se vai instalar um ar condicionado num apartamento, recomendo agendar uma visita técnica antes de comprar o ar condicionado e contratar uma empresa experiente para fazer a instalação. 

Eficiência Energética

Tal como os outros electrodomésticos, os aparelhos de ar condicionado têm classificações de eficiência energética que indicam o consumo de energia. Optar por um modelo com uma classificação energética alta permite poupar mais electricidade a longo prazo. Por isso, entre dois modelos com preços semelhantes, é sempre preferível escolher o que tem mais eficiência energética.

No entanto, não posso deixar de relembrar que a manutenção regular do ar condicionado, como a limpeza dos filtros e a verificação do gás refrigerante, ajuda a manter a eficiência energética e a prolongar a vida útil do equipamento. Um ar condicionado em bom estado não só consome menos energia, como também proporciona um desempenho superior.

Ruído do ar condicionado

O nível de ruído produzido pelo ar condicionado é outro aspecto a considerar. Os aparelhos mais silenciosos proporcionam um ambiente mais confortável, especialmente em quartos ou áreas de trabalho. Por isso, quando estiver a comparar diferentes equipamentos, veja sempre qual é o nível de ruído do aparelho (medido em decibéis) e escolha um modelo que faça menos ruído, desde que a diferença de preço não seja considerável.

Já agora, os modelos split inverter tendem a ser mais silenciosos do que os tradicionais porque operam de forma mais contínua e suave. No entanto, mesmo entre os modelos inverter, existem variações significativas no nível de ruído. Por isso, se estiverem a comprar online, usem sempre a ferramenta para comparar vários aparelhos. Além disso, leiam os comentários dos clientes! 

Prefira marcas conhecidas

Não quero parecer snob, mas no que toca ao ar condicionado é preferir escolher uma marca conhecida e confiável. As marcas mais estabelecidas têm mais modelos, mais apoio técnico e há mais avaliações de outros clientes que podem ser uma ajuda a escolher. Além disso, no caso de haver uma avaria, é mais fácil encontrar peças compatíveis. No entanto, se estiver fora do vosso alcance, tentem encontrar a melhor alternativa entre as marcas brancas.

Resumindo: além do preço, há muitas coisas a ter em consideração ao escolher um ar condicionado, como a capacidade de refrigeração, o tipo de sistema, a eficiência energética e os níveis de ruído. Por isso, recomendo que comparem sempre vários modelos antes de escolher! Se precisarem de ajuda com a instalação, deixo aqui o link para empresas de instalação de ar condicionado no Porto e instalação de ar condicionado em Braga.

Dicas de instalação de ar condicionado: qual é o melhor posicionamento? Como garantir que é eficiente?

Chegam as ondas de calor e o ar condicionado torna-se no nosso melhor amigo. Só há um problema: gasta muita, muita energia. Aqui em casa, que é virada a Poente, gastamos quase o mesmo para arrefecer a casa no Verão e para aquecer no Inverno. Por isso, é crucial garantir que o ar condicionado é eficiente e não gasta mais energia do que o necessário. Aqui ficam algumas dicas de instalação de ar condicionado! 

onde colocar o ar condicionado

Escolher bem a potência (BTUs) do ar condicionado

Para quem não sabe, a potência do ar condicionado é medida em “british thermal units” ou BTUs. No entanto, comprar um ar condicionado com mais BTUs não significa que vai arrefecer melhor a sua casa! Comprar um ar condicionado mais potente significa que consome mais energia. Portanto, é muito importante garantir que escolhe uma potência adequada para o compartimento que quer climatizar. 

Uma das regras de ouro é escolher pelo menos 800 BTUs por m2 em salas com bastante exposição solar (viradas a Sul ou a Poente). No entanto, em condições normais, há quem recomende apenas 9.000 BTU para uma sala ou quarto com menos de 18 m2; 12.000 BTU para salas entre 20 a 30 m2, são necessários e 18.000 BTU para compartimentos com mais de 30 m2. Na dúvida, fale com um especialista.

Posicionar bem o ar condicionado

Outra das dicas de instalação de ar condicionado é escolher o posicionamento adequado. Portanto, esteja receptivo às sugestões do técnico quando for fazer a instalação. A propósito, encontrem aqui empresas de instalação de ar condicionado em Braga ou instalação de ar condicionado no Porto. Escolham uma empresa com boas avaliações e confiem nos especialistas!

No entanto, posso dar algumas dicas. Em primeiro lugar, é preciso ter em consideração que não se pode colocar a unidade exterior do ar condicionado na fachada do prédio. Por isso, é provável que o ar condicionado tenha de ficar próximo de uma varanda ou do terraço. Por outro lado, também tem de garantir que há uma conduta para drenar a água do ar condicionado. 

Tendo em conta estas limitações, precisa de escolher a melhor posição para que o ar circule por todo o compartimento. Recomenda-se que o ar condicionado fique pelo menos a 15 centímetros do tecto. A seguir, garanta que não há cortinas e móveis grandes, como estantes ou sofás, que bloqueiam a passagem de ar. Além disso, tem de afastar o ar condicionado de outros aparelhos eléctricos, como televisões. 

Usar um temporizador para o ar condicionado 

Outra dica para o uso eficiente do ar condicionado é usar um temporizador ou controlo remoto para decidir quando ligar e desligar o aparelho. Isso evita ficar com o ar condicionado ligado toda a noite durante o Verão, por exemplo. No caso de usar o ar condicionado para aquecer a casa, é melhor ligar algum tempo antes para ter tempo de atingir a temperatura ideal. 

Caso contrário, tem de ligar o ar condicionado no máximo e acaba por gastar mais energia. Portanto, use um temporizador, um controlo remoto ou outra solução inteligente para ligar e desligar o ar condicionado à distância.

Garantir que o isolamento é bom

De que serve usar o ar condicionado se há calor a entrar em sua casa pelas janelas e pelas portas? O isolamento da casa é essencial para garantir que o ar condicionado e o aquecimento não tenham de fazer mais esforço do que o necessário (porque há uma grande amplitude entre a temperatura interior e exterior) e não têm de funcionar continuamente. 

Por isso, antes de instalar um ar condicionado novo, confirme se as janelas são capazes de isolar a casa e se estão bem isoladas. Se for necessário, pode trocar o silicone que protege o vidro, instalar uma fita isolante nas janelas de correr ou preencher a caixa do estore com material isolante. Garantimos que vai ajudar a sua casa tanto no verão como no inverno! 

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