A SOLUÇÃO PARA UMA MÁQUINA DE LAVAR LOIÇA!

Precisa de ajuda com a sua máquina de lavar loiça? Se a sua loiça está a sair mal lavada, a água não flui corretamente ou o mau odor persiste, não desespere. Antes de considerar a substituição do equipamento, entre em contacto com um serviço técnico especializado em reparação de máquinas de lavar loiça.

Um dos problemas mais comuns é a acumulação de incrustações nas tubagens, o que pode levar a avarias no equipamento. A remoção destas incrustações é um dos primeiros passos para a reparação da sua máquina. Além disso, é importante ter cuidado contínuo com este tipo de situações, recomendando-se o uso de um agente anti-calcário em cada lavagem.

Outro fator que pode afetar a eficácia da sua máquina é o detergente de lavar loiça. Algumas marcas brancas deste produto removem aditivos essenciais para a lavagem para oferecer preços mais baixos, o que pode prejudicar o resultado final. A longo prazo, pode ser mais compensatório investir em um detergente de qualidade do que pagar por um serviço de reparação de máquinas de lavar loiça.

Em algumas situações, é inevitável a intervenção de um técnico especializado em reparação de máquinas de lavar loiça, especialmente em casos de problemas mecânicos. A maioria dos fabricantes oferece uma equipa técnica especializada na marca, mas em alguns casos, optar por uma solução técnica “genérica” de marca “branca” pode ser mais econômico. A Fixando é uma boa fonte para encontrar prestadores de serviços de reparação de máquinas de lavar loiça que podem resolver rapidamente o seu problema, poupando tempo e dinheiro.

Outros artigos que podem interessar: Como descalcificar a máquina de lavar roupa.

O que é a topografia? Tudo o que precisa de saber!

Talvez nunca tivesse ouvido a palavra topografia até começar a construir casa e perceber que tinha de fazer um estudo topográfico. A topografia é a representação gráfica de um determinado terreno, tanto no que respeita à planimetria como na altimetria. 

Ao nível da planimetria, estão todos os elementos do plano horizontal, como muros, ruínas, outros edifícios, os rios, riachos, caixas de água e saneamento, postes de electricidade e por aí em diante.

Ao nível da altimetria, estão todos os elementos sobre o terreno e o relevo. Por isso, é feita a representação gráfica de vales, depressões, declives e todos os elementos orográficos.

Como se faz o levantamento topográfico?

Como vê, o levantamento topográfico representa todas as características do terreno. Para reunir toda a informação necessária, podem aplicar-se várias técnicas:

  • topografia convencional, com teodolitos, prismas, níveis e etc; 
  • topografia com laser, para analisar áreas de grandes dimensões;
  • topografia aérea, que permitem chegar até a zonas remotas.

Desde a década de 80 que o levantamento também é feito com a ajuda dos computadores, de modo a cruzar informação com outras fontes e obter um mapa topográfico ainda mais preciso.

Os preços da topografia variam consoante o profissional, mas costumam ser apresentados por €/ha (euros por hectare) e variam entre os 200 e os 550€. Alguns profissionais preferem apresentar o preço por hora, na ordem dos 1500€. Se precisa, contrate com um topógrafo aqui.

Para que serve o levantamento topográfico?

O levantamento topográfico permite melhorar o planeamento urbano, nomeadamente para decidir onde fazer obras público, como oferece mais segurança a quem constrói a sua própria casa. 

Graças ao planeamento topográfico, os arquitectos e os engenheiros civis podem decidir onde colocar os pilares da casa, como dar mais estabilidade estrutural e como lidar com todas as condicionantes do terreno (localização da água, esgoto, a inclinação, entre outros).


Além disso, por vezes o levantamento topográfico é útil para resolver casos de escrituras muito antigas com marcos rudimentares (“o terreno é meu até aquela pedra”), de heranças em que há dificuldade em perceber os limites do terreno ou em dividi-lo.

Como aprender Inglês? 5 Passos Básicos

Hoje em dia, falar inglês é essencial para qualquer trabalho, mesmo que seja para trabalhar em lojas ou restauração. Mas se o seu inglês é bastante básico e já não se lembra de nada do que aprendeu no 9º ano, veja aqui alguns 4 passos básicos para aprender inglês!

  1. Procure um professor

Embora haja muitos cursos online onde aprender inglês, incluindo o famoso Duolingo, é melhor começar a ter explicações de inglês com um professor. As primeiras aulas com um professor são a sua “base” para perceber a pronúncia, a ortografia, e as regras básicas de gramática. Com essa base, pode passar aos passos seguintes.

  1. Tente falar inglês

Tem vergonha de falar com outras pessoas porque não fala bem? A pensar assim, nunca vai sair do ciclo vicioso. Ao falar em inglês obriga o seu cérebro a formar frases e a lembrar-se das palavras que conhece. Aqui fica uma dica extra: quando aprende uma palavra nova, tente usá-la todos os dias.

  1. Ponha legendas em inglês

Se tem Netflix ou outro serviço de streaming, muitas vezes tem a opção de seleccionar legendas em inglês (“English CC”, para falantes de inglês com dificuldades auditivas). Estas legendas não só são uma excelente oportunidade de aprender vocabulário, como ajudam a relacionar o que ouve com a escrita.

  1. Preste atenção à música

Gosta de ouvir música em inglês? Comece a prestar atenção ao que a música diz, procure as letras online. Leia as letras e pesquise todas as palavras que não conhece. Depois, da próxima vez que ouvir, já sabe o que significa. Assim, não se esquece do que as palavras significam e pode aprender inglês sem esforço.

  1. Procure “language exchanges”

Aprender uma língua é praticar, praticar e continuar a praticar! Além das aulas de inglês, pode procurar language exchanges na sua cidade para falar com nativos, estrangeiros que falam inglês fluentemente ou com outras pessoas que também estão a tentar aprender inglês. Aproveite para fazer amigos!

É preciso licença para construir uma casa modular? 

As casas modulares são mais económicas e mais rápidas de construir. Basta ver aqui o preço para a construção de uma casa modular! Por isso, há cada vez mais famílias a explorar a opção das casas modulares. Mas, como estamos em Portugal, é preciso perguntar: é preciso licença para construir uma casa modular? E quanto tempo demora a licença? 

Sim, é preciso licença para construir uma casa modular. Mesmo que já tenha o terreno e seja um terreno aberto, é obrigatório obter o licenciamento e a autorização de utilização para qualquer coisa que queira construir, mesmo que seja uma casa modular. Sem a licença, é igual.

O processo de licenciamento de uma casa modular é igual ao de uma casa convencional em alvenaria:

1. Consulte o Plano Director Municipal e confirme que o terreno não tem qualquer limite à construção (por exemplo, é um terreno agrícola, está numa Reserva Ecológica, etc). Em alternativa, pode contactar a câmara para fazer uma consulta prévia, que tem caracter vinculativo. 

2. Projecto de arquitectura: tal como numa casa de alvenaria, é obrigatório apresentar um projecto de arquitectura e especialidades (isto são os planos de distribuição de energia eléctrica, etc). Algumas empresas de casas modulares prestam este serviço por uma taxa extra. Encontre aqui orçamentos para construção de casas modulares em Braga e construção de casas modulares em Setúbal

3. Pedido de licença, que inclui a apresentação do projecto de arquitectura e projectos das especialidades. (Pode apresentar os projectos das especialidades mais tarde, mas só vai atrasar o pedido). A Câmara Municipal tem 45 para deliberar sobre os projectos das especialidades.

4. Pedido de autorização de utilização, depois de terminada a obra. Precisa de ir ao serviço de urbanismo da Câmara Municipal para pedir a autorização.

Além disso, convém relembrar que as casas pré-fabricadas também estão sujeitas ao pagamento do IMI, por isso a habitação fica registada na Autoridade Tributária e precisa de ter caderneta predial.

Como contratar um advogado? 5 Dicas

Se se está a ver pela primeira vez numa situação em que tem de contratar um advogado, é normal ter dúvidas. Como contratar um advogado? Como é que sei se o advogado é bom? Como é que escolho alguém para me representar? Bem, o primeiro passo é respirar fundo. Veja aqui 5 dicas para contratar um advogado!

1. Confirme as qualificações do advogado

Em Portugal, o primeiro passo é confirmar que o advogado está inscrito na Ordem dos Advogados. Depois, confirme também qual é a formação do advogado, em que universidade andou, se tem alguma especialização, etc.  Embora seja apenas uma referência, as melhores universidades para estudar direito em Portugal são a Universidade de Coimbra, a Universidade de Lisboa, a Universidade do Porto e a Universidade Católica Portuguesa.

2. Confirme se o advogado tem experiência

Evidentemente que as qualificações do advogado são importantes, mas a experiência também é. Confirme que o advogado tem experiências em casos semelhantes ao seu e peça referências. Se procurar advogados no Porto ou advogados em Lisboa na Fixando, por exemplo, pode ver o perfil do profissional e ler os comentários de clientes anteriores, ver testemunhos, etc. 

3.Contrate um profissional que confia em si

O advogado tem de o defender! Por isso, é importante sentir que o advogado “acredita em si” e na sua inocência. Claro que é difícil avaliar isto numa mensagem ou numa entrevista, mas siga o seu instinto para perceber se é uma pessoa com quem se sente “à vontade” ou nem por isso. 

4. Defina bem quais são os honorários do advogado

Uma das questões mais complicadas quando se contrata um advogado é mesmo perceber quanto vai pagar, já que não se sabe, à priori, quantas horas é que vai ter de dedicar ao processo. No entanto, é importar definir bem qual é a remuneração por hora e pedir uma estimativa, para não ter surpresas no final. Para comprar preços, veja aqui quanto custa um advogado.

5. Se tiver dúvidas, peça uma segunda opinião

Atenção que o Direito não é uma ciência exacta. Se está com dúvidas sobre a melhor resolução para o seu caso, peça uma segunda opinião! Um advogado com outra experiência pode ter uma ideia diferente.

Como renovar portas de madeira em casa?

Se tem portas de MDF ou outro tipo de laminado, o preço para reparação de portas pode não valer a pena. Encontra portas à venda em muitas lojas de bricolage com uma qualidade idêntica e poupa o desconforto e a confusão de ter a casa em obras. Pelo contrário, quando tem portas de madeira maciça, vale sempre a pena aproveitar os materiais. 

A madeira é um material muito nobre e extremamente duradouro. Lembre-se que há casas em madeira que duram até 70 anos! Dificilmente vai arranjar portas em madeira maciça a um preço competitivo, e reutilizar os materiais também é a solução mais sustentável e ecológica. Portanto, neste caso vale a pena limar, pintar e lacar as portas.

No entanto, como já deve ter ouvido, é preciso um “bom artista” para renovar as portas de madeira. Isto porque as imperfeições nas pinturas de madeira se notam imenso, especialmente quando se tratam de rodapés e portas lacadas. Nesse caso, é mesmo recomendável contratar um carpinteiro que faça reparação de portas em madeira. Pode clicar aqui para encontrar carpinteiro de portas no Porto.

Atenção porque quando renova as portas pode precisar de remodelar também as beiras das portas e os rodapés. Os acabamentos também importam! Se vai fazer uma remodelação mais profunda, como remodelar os pavimentos, tenha em atenção que pode ser preciso cortar as portas, o que também acresce um grau extra de dificuldade. 
Contudo, de um modo geral, compensa renovar as portas de madeira em casa.

O glúten engorda?

 

Hoje em dia há muitos mitos sobre o glúten. Algumas pessoas falam do glúten como se fosse um grande vilão, que engorda e prejudica a digestão. Mas será que o glúten engorda mesmo?

O que é o glúten?

Primeiro, temos de perceber o que é o glúten. O glúten é uma proteína que se encontra em alguns cereais, como o trigo, o centeio, o malte e a cevada. É o glúten que dá elasticidade às massas de trigo, incluindo ao pão.

Algumas pessoas têm intolerância ao glúten e doença celíaca, pelo que não pode comer glúten nem alimentos que tenham estado em contacto com glúten (contaminação cruzada). Para pessoas sem intolerância, o glúten não tem qualquer perigo.

Então, o glúten engorda?

Então, porque é que surge a ideia que o glúten engorda? Na verdade, o glúten não engorda – mas pode criar algum inchaço. Em teoria, só as pessoas com intolerância ao glúten é que deveriam notar inchaço abdominal depois de consumir glúten. No entanto, na prática não é isto que acontece.

Como a maioria dos pães que consumimos são pães “rápidos”, fabricados com fermento instantâneo e pouco tempo de levedação, isso dificulta a digestão de produtos com gluten. Se experimentar pães de fermentação natural ou fermentação lenta, as proteínas do pão ficam mais “digeríveis”.

A nível nutricional, as massas com e sem glúten costumam ter a mesma quantidade de hidratos de carbono, pelo que têm o mesmo impacto no seu peso. Ter uma alimentação sem glúten não vai ajudar a emagrecer! 

O que fazer se tem inchaço abdominal?

Se já fez testes e não tem intolerância ao glúten, essa não é a causa do seu inchaço abdominal. O mais provável é que o inchaço se deva à ingestão de fibra sem consumir líquidos e/ou açúcares altamente processados (xarope de glicose-frutose, xarope de agave, xarope de milho, etc, que se encontram em muitos alimentos embalados).  

Caso o seu objectivo seja perder peso, não vale a pena cortar o glúten da sua alimentação. Procure um nutricionista em Lisboa ou um nutricionista no Porto para falar com um profissional e traçar um plano alimentar ajustado ao seu corpo, à sua realidade e aos seus objetivos.

Como administrar o condomínio?

Anthony Esau

1. Convocar uma assembleia anual

A principal função do gestor de condomínio é convocar uma assembleia anual de condóminos. Nesta assembleia, todos os condóminos devem ser convocados, mesmo que só detenham garagens e arrumos. A assembleia deve eleger o presidente e aprovar o orçamento para todo o ano. Se nenhum vizinho quiser gerir o condomínio, podem contratar uma empresa de gestão de condomínios

2. Organizar um orçamento 

A segunda função do gestor de condomínio é elaborar um orçamento anual. O orçamento deve incluir todas as despesas anuais do condomínio, incluindo a manutenção dos elevadores, o seguro multirriscos, electricidade, limpeza, água, manutenção das bombas de água, despesas com segurança, entre outros.

3. Controlar os valores recebidos

O gestor de condomínio também tem de controlar os valores que recebe de cada condómino, de modo a perceber qual é o valor devido por cada fracção. Quando receber o dinheiro de cada condómino, deve emitir o recibo e enviá-lo. No final do ano, se houver rendimentos das partes comuns, deve emitir um recibo para os condóminos o englobem no seu IRS.

4. Contratar todos os serviços necessários

Por último, não esqueçamos que o gestor de condomínio precisa de contratar todos os serviços necessários para o dia a dia. Uma vez que isto implica lidar com vários fornecedores ao mesmo tempo e exige muita disponibilidade, contratar uma empresa de gestão de condomínios pode, mais uma vez, ser uma mais-valia enorme.

5. Penhorar bens de condóminos com valores em dívida

No caso de haver condóminos com quotas por liquidar, o condomínio pode entrar em tribunal para reaver o dinheiro devido. Em último caso, pode mesmo penhorar bens dos condóminos para conseguir o dinheiro. Isto é mais comum em condomínios comerciais, mas pode acontecer em qualquer um! 

Quanto tempo dura uma casa modular?

As casas modulares são cada vez uma opção mais popular. Para os jovens, parecem uma opção mais acessível. A construção é mais rápida. E a qualidade dos materiais garante que a certificação energética e o isolamento térmico são muito superiores às das casas portuguesas mais tradicionais. Mas ainda há muitas dúvidas sobre as casas modulares. Por exemplo, quanto tempo dura uma casa modular?

Quase sempre pensamos que uma casa “é para vida”. E, às vezes, também para as gerações vindouras. As casas de alvenaria “duram para sempre”, desde que sejam bem mantidas. Não é por acaso que em cidades como Lisboa, Paris ou Praga encontramos prédios com séculos que ainda são habitados. Contudo, ainda não temos muitos exemplos de casas modulares.

Embora as casas modulares sejam uma “invenção” mais recente e ainda não sejam comuns em Portugal, podemos tirar conclusões sobre as casas construídas noutros países. Na Noruega e na Suécia, por exemplo, as casas modulares são muito mais habituais, especialmente em madeira. Em Itália, devido ao preço das casas modulares, 80% das novas vivendas são pré-fabricadas.

A estimativa é que estas casas modulares construídas com bons materiais durem entre 50 a 70 anos.

Na realidade, esta é mesma estimativa que temos para as casas em alvenaria. Todas a casas precisam de manutenção e cuidados para se manterem em bom estado e confortáveis no seu interior. Há até algumas casas que podem durar até 100 anos, com materiais especialmente resistentes e os cuidados adequados ao longo do tempo.

Para que a casa se mantenha em bom estado e dure o máximo de tempo possível, inspeccione a sua casa regularmente para compor qualquer problema o mais cedo possível. Não “deixe andar” e não deixe que o problema continue a progredir! Também é recomendável limpar as caleiras anualmente e cortar as árvores encostadas à casa.

Como fazer a gestão dos recebidos de pagamento de rendas?

Muitos condomínios alugam espaços comuns para complementar o orçamento. Este é o caso, por exemplo, arrendar espaço para estacionar, a “casa da porteira”, espaços para arrumação, telhados para a colocação de antenas ou fachadas para espaços publicitários. Mas, se é gestor de condomínio, talvez não bem como fazer a gestão do dinheiro que recebe do pagamento de rendas. 

Em primeiro lugar, o condomínio está isento de IRC. Por isso, não tem de declarar nada do que recebe do arrendamento dos espaços comuns. No entanto, o valor recebido pelo arrendamento dos espaços deve aparecer na declaração anual do IRS (de acordo com a sua permilagem/ quota-parte). Sim, leu bem! O arrendamento dos espaços comuns entra no IRS dos condóminos.

Por outras palavras, o dinheiro recebido pelo arrendamento dos espaços comuns é considerado  um rendimento individual de cada condómino. Compete ao administrador do condomínio entregar anualmente a cada condómino um documento com a sua quota-parte, o eventual imposto retido e as despesas a deduzir (caso tenham feito despesas no espaço alugado).

Se ainda tem dúvidas sobre esta questão, leia toda a informação no Condomínio Deco e informe o seu gestor de condomínio das suas obrigações. Caso ache que o administrador não está a tomar as devidas providências ou a entregar-lhe os documentos de que precise, fale deste assunto na assembleia.

Gerir um condomínio exige conhecimentos sobre contabilidade, fiscalidade e a lei, já para não mencionar a capacidade de lidar com obras, contratar fornecedores e acalmar os ânimos entre vizinhos. No caso de ser um condomínio muito complexo, procure empresas de gestão de condomínios ou profissionais qualificados para fazer gestão de condomínios

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